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22/03/2017

Michael Jackson envergonhado durante a gravação de "The Lady In My Life"


Ao gravar The Lady In My Life, Michael ficou um pouco embaraçado ao ter que exteriorizar um sentimento, suplicando pelo amor de uma rapariga.

Aqui fica o que tanto Michael como Quincy Jones, disseram sobre isso.

Michael no seu livro Moonwalk
"The Lady in My Life", foi uma das faixas mais difíceis de gravar. Estávamos acostumados a fazer uma série de takes, a fim de obter um vocal o mais perfeito possível, mas Quincy não estava satisfeito com o meu trabalho nesta canção, mesmo depois de literalmente dezenas de takes. Por fim, ele me chamou de lado no final uma sessão e disse-me que queria que eu implorasse. Isso foi o que ele disse. Ele queria que eu voltasse para o estúdio e literalmente implorasse. Então eu voltei, eles tinham desligado as luzes do estúdio e fechado a cortina entre o estúdio e a sala de controle para eu não me sentir constrangido. A gravação começou a e eu implorei. O resultado é o que se ouve nos encaixes."

Quincy Jones em 2009
“No estúdio, Michael era um trabalhador incansável, trabalhava mesmo muito. Ficava lá até  acertar. Ele gosta de trabalhar com as luzes apagadas, apenas uma luz única sobre o suporte. E gostava de fazer algumas das suas danças durante as músicas. Em "The Lady In My Life", eu precisava que Michael expressasse uma emoção que fosse a maneira de a trazer de volta. Eu disse “Smelly , eu preciso de você implore . Eu quero uma verdadeira imploração nesta canção, que é convencer a senhora que este é o caminho que ela deve seguir. Michael sabia exactamente o que eu estava falando. Ele ficou todo envergonhado e começou a corar. Mas ele fez isso e de seguida, correu de lá para fora. "


Clique no link para ouvir a versão completa de The Lady In My Life




21/02/2017

Michael Jackson - Beatbox


-Por Rob Hoffman - Engenheiro de som

A faixa "Stranger in Moscow" começa com beatbox feito pelo próprio Michael. Andrew Scheps passou algum tempo introduzindo o beatbox original no synclav (sintetizador) e cortando todos os bits do meio. Não me lembro se era de uma micro-cassete ou não, mas havia muito ruído de fundo. Não houve muito processamento depois disso.



Em faixas como "Tabloid Junkie" e "Too Bad" há loops de beatbox por toda a parte. Coisas que Michael Jackson tinha cantado numa micro-cassete ou durante tomadas vocais. Mais uma vez, houve muito pouco processamento além dos cortes e looping [repetição do trecho sonoro].

Michael explica como criou a música Tabloid Junkie.




08/02/2017

Liberian Girl - Michael Jackson


"Liberian Girl" escrita e composta por Michael Jackson, produzida por Michael e Quincy Jones.

Acredita-se que "Liberian Girl" foi originada de outra canção que Michael escreveu, intitulada "Pyramid Girl" para o álbum Victory dos Jacksons. Escrita por volta de 1983, foi reintitulada e gravada para o seu álbum Bad, lançado em Setembro de 1987.

Michael teve a primeira ideia para "Liberian Girl" , ao jogar bilhar em casa.

"Eu escrevi isso na minha casa, num jogo, acho que eu estava a jogar pinball ou algo assim, e a música simplesmente surgiu na minha cabeça. E... corri para cima e gravei. E... tornou-se Liberian Girl."

O vídeo promocional, dirigido por Jim Yukich, contou com uma série de estrelas incluindo o chimpanzé de Michael, Bubbles. As filmagens de Liberian Girl ocorreram em Abril de1989 e estreou na MTV em Julho o mesmo ano.

Michael dedicou o vídeo promocional a Elizabeth Taylor.





Texto extraido do livro "Michael Jackson the Maestro" por Chris Cadman
Tradução: Espaço Michael Jackson



31/01/2017

Michael Jackson fala sobre tocar instrumentos


"Eu realmente não toco instrumentos ... Eu toco bateria ... e só um bocadinho muito pouco de piano. Acho que a mente é suficiente por si só, porque eu ouço o que eu quero... uma orquestra toda aqui... uma orquestra inteira, e eu a ouço e interpreto para os músicos e eles a colocam. É como Stevie, ele não escreve música ou lê música, nem o Paul McCartney e ele ainda hoje não o faz. Apenas se sente ..."

-Michael Jackson

Ouça o audio! 😍



Clique aqui -  Jonathan Moffett fala sobre Michael tocar bateria


Fonte: all4michael
Tradução: Espaço Michael Jackson




13/09/2016

Introdução da canção History


No início da canção History, (CD oficial) ouve-se a voz de Michael quando era criança dizendo:

"Whatever I sing, that's what I really mean. Like, I'm singing a song... I don't sing it if I don't mean it." 
[Seja o que for que eu canto, é o que eu realmente quero dizer. Tal como quando estou cantando uma canção... Eu não a canto se eu não a sentir.]

Essa introdução é parte de uma entrevista que Michael concedeu quando tinha dez anos.




Vídeo com a introdução tal como consta no CD original History lançada em 1995 


Voz Masculina - 'Monday March 26th, 1827'

Voz Feminina  'November 28th, 1929'

Voz de Michael Jackson com 10 anos - 'Whatever I sing, that's what I really mean. Like, I'm singing a song... I don't sing it if I don't mean it.'



04/05/2016

Michael Jackson sobre música e dança sexy


P: As suas crenças religiosas alguma vez entraram em conflito com a natureza sexy da sua música ou dança?

R: Não. Eu canto sobre coisas amorosas, e se as pessoas interpretam isso como sexy, isso é com eles. Eu nunca uso palavrões como alguns dos rappers. Eu amo e respeito o seu trabalho, mas acho que tenho muito respeito pelos pais e mães e pessoas idosas. Se eu fizesse uma canção com palavrões e visse uma senhora idosa na plateia, eu me encolheria de vergonha.

P: Mas e sobre a sua marca do movimento agarrando a virilha?

R: Eu comecei a fazer isso com Bad. Martin Scorsese dirigiu o curta-metragem nos metros de Nova York. Eu deixei a música dizer-me o que fazer. Lembro-me dele dizendo: "Esse foi um grande take! Eu quero que vejas isto." Então, colocámos a reprodução, e vou eu aaaah! Eu não sabia que eu estava a fazer isso. Mas, em seguida, toda a gente começou a fazer isso, e a Madonna também. Mas não é sexual de modo algum.

-Michael Jackson - Entrevista USA TODAY 2001

Fonte: usatoday30.usatoday.com
Tradução Espaço Michael Jackson



30/04/2016

Michael Jackson - James Brown




"James Brown ensinou-me algumas coisas que ele faz no palco". Lembrava Michael em 1970. "Foi há alguns anos atrás, ele ensinou-me a largar o microfone e em seguida pegá-lo antes dele cair no chão do palco. Só demorei cerca de trinta minutos para aprender. Parece difícil, mas é fácil, tudo que eu quero agora é um par de sapatos de verniz como James Brown. Mas eles não fazem em tamanho de crianças".

-Michael Jackson



Fonte: fanpop.com
Tradução: Espaço Michael Jackson


29/03/2016

Michael Jackson - Como seria uma infância normal...


Quando as pessoas vêem as aparições na televisão, que eu fiz quando eu era um garotinho, 8 ou 9 anos de idade e apenas começando a minha carreira musical ao longo da vida, eles vêem um menino com um grande sorriso. Eles assumem que este menino está sorrindo, porque ele está alegre, que ele está cantando com o coração porque ele está feliz, e que ele está dançando com uma energia sem fim, porque ele está despreocupado.

Mas enquanto cantar e dançar eram, e sem dúvida permanecem, algumas das minhas maiores alegrias, naquela época o que eu queria mais do que qualquer outra coisa eram as duas coisas que fazem da infância os anos mais maravilhosos da vida, ou seja, tempo para brincar e uma sensação de liberdade. O público em geral ainda não compreende realmente as pressões das celebridades infantis, que, embora emocionante, cobra sempre um preço muito alto.

Mais do que tudo, eu queria ser um menino normal. Queria construir casas nas árvores e ir a encontros de patinagem. Mas muito cedo, isso se tornou impossível. Eu tive que aceitar que a minha infância seria diferente da maioria dos outros. Mas isso é o que sempre me pergunto, como seria uma infância normal.

-Michael Jackson - "My Childhood, My Sabbath, My Freedom" - Dezembro 2000



Fonte: truemichaeljackson.com
Tradução: Espaço Michael Jackson


12/02/2016

Michael Jackson sobre Black or White



Entrevistador: Black or White criou tanta polémica, psicólogos amadores especularam que você estava soltando tremendos sentimentos de raiva.

Michael Jackson: Raiva e fúria são o prelúdio de uma mudança na consciência. A menos que nós sintamos fúria por algumas das desigualdades e injustiças da nossa sociedade, não há esperança para a transformação.


-Michael Jackson em resposta a um entrevistador em 1992



Fonte: lacienegasmiled

Carta de Michael aos Fãs





"09 de Outubro de 2007

PARA OS MEUS FÃS EM TODO O MUNDO:

Eu gostaria de vos agradecer pelos lindos cartões, fotografias, mensagens, vídeos e presentes, enviadas para mim no meu aniversário.

Fiquei impressionado com a vossa bondade.
O vosso amor e apoio contínuo significam muito para mim. Na verdade eu amo e aprecio todos vocês... do fundo do meu coração.

Estive muito ocupado ultimamente. Espero que todos tenham visto os resultados da minha recente sessão fotográfica com L'Uomo Vogue

Em breve, irei partilhar com vocês notícias emocionantes e surpreendentes dos meus outros empenhos.

Por favor, saibam mais uma vez, que eu amo e aprecio todos e cada um de vocês, e envio-vos os meus sinceros agradecimentos e calorosos votos.

Atenciosamente,

-Michael Jackson"


06/12/2015

Michael Jackson sobre "Stranger in Moscow"


"Stranger in Moscow foi escrita quando eu estava em Moscovo na Dangerous Tour. E foi um tempo estranho, inquietante, solitário para mim. Do lado de fora do meu hotel era um mar de rostos de... de fãs cantando e gritando. Mas eu estava dentro do meu quarto e senti-me tão sozinho, como se eu fosse a última pessoa no planeta. E na canção eu digo "Como se sente quando estás sozinho e gelado por dentro?" Eu digo "É como um estranho em Moscovo", e isso era praticamente como eu me sentia. E as pessoas, eram das pessoas mais agradáveis ​​que eu já conheci. E o concerto foi muito bem sucedido, mas naquele dia, especialmente naquele dia, eu tive este sentimento diferente e a canção "Stranger in Moscow" veio até mim. Então, foi assim que ela foi escrita."

-Michael Jackson


Fonte: thesilencedtruth.com
Tradução: Espaço Michael Jackson

29/11/2015

Michael Jackson - "She’s Out of My Life"



Eu chorei no final da faixa, porque as palavras de repente tiveram um efeito muito forte sobre mim. Eu tinha deixando crescer muito dentro de mim. Eu tinha vinte e um anos de idade, e era tão rico em algumas experiências, enquanto era pobre em momentos de verdadeira alegria. Às vezes eu imagino que a minha experiência de vida é como uma imagem num daqueles espelhos de truques do circo, gordo numa parte e fino ao ponto de desaparecer na outra.

Eu estava preocupado que iria aparecer em “She’s Out of My Life”, mas se isso tocou o coração das pessoas, sabendo disso, fazia-me sentir menos solitário. Quando fiquei emocionado depois daquela faixa, as únicas pessoas que estavam comigo eram Q e Bruce Swedien. Lembro-me de enterrar o meu rosto nas minhas mãos e ouvir apenas o zumbido das máquinas, tal como os meus soluços ecoando na sala. Mais tarde desculpei-me, mas eles disseram que não era necessário.

-Michael Jackson - Livro Moonwalk



28/10/2015

Michael Jackson sobre o livro "Dancing The Dream"


Eu escrevi um livro chamado Dancing The Dream. É mais autobiográfico do que Moonwalker, o que fiz com a Sra. Onassis. Não está cheia de mexericos e escândalos e todo o lixo que as pessoas escrevem, então, eu acho que as pessoas não prestaram muita atenção nele, mas ele veio de meu coração. São ensaios, pensamentos, coisas sobre as quais eu pensei enquanto estava em turnê. Eu não estou a planear escrever um outro livro tão breve. Se quiserem saber o que sinto, podem ver HIStory. É um livro musical.

-Michael Jackson: Simulchat em 17 Agosto de 1995


Fonte: Jackson.ch/simulchat
Tradução: Espaço Michael Jackson


18/10/2015

Michael e o Palco...


Havia vezes mesmo antes de um show, quando certas coisas estavam a aborrecer-me, negócios ou problemas pessoais, que eu pensava: "Não sei como seguir adiante com isto. Não sei como vou fazer o show. Eu não posso actuar assim."

Mas depois de chegar ao lado do palco, algo acontece. O ritmo começa, as luzes atingem-me e os problemas desaparecem. Isso já aconteceu tantas vezes. A emoção de actuar toma conta de mim. É como se Deus estivesse dizendo: "Sim, tu podes. Sim, tu podes. Basta esperar. Espera até ouvires isto. Espera até veres isso". E as batidas de fundo ficam na minha espinha dorsal, vibram e simplesmente levam-me.

Às vezes eu quase perco o controlo e os músicos dizem: "O que está ele a fazer?" e eles começam a seguir-me. Mudas toda a programação de uma parte. Paras e assumes a partir do zero e fazes uma coisa totalmente diferente. A canção leva-te noutra direcção.

Michael Jackson - Entrevista com Getmusic.com em 2001


Fonte: True Michael Jackson.com
Tradução: Espaço Michael Jackson




15/10/2015

Michael Jackson - Porquê “ In The Closet" no deserto



"A luz aqui é incomparável. Não há nada parecido. É a mais bela luz na terra. Começamos a filmar de manhã muito cedo e paramos quando o sol se põe."


- Michael Jackson sobre porquê ele escolheu filmar "In The Closet" no deserto.



Fonte: Facebook Michael Jackson


29/07/2015

Michael Jackson não gostava que alterassem as suas canções


Foi numa revista de fãs em 1998, que Michael Jackson explicou pela primeira e única vez na sua carreira, como se sentia quando as pessoas remixavam as suas canções. Relaxando no conhecimento do seu entrevistador que era um fã, Michael disse à revista Black and White, exatamente o que pensava da prática.

"O mínimo que posso dizer é que eu não gosto deles", admitiu. "Eu não gosto que venham e mudem completamente as minhas canções. Mas a Sony diz que os miúdos amam remixes."

"Isso não é verdade", respondeu o entrevistador. "As crianças não amam assim tanto os remixes."

Michael lançou um punho no ar, suspirou e balançou a cabeça. "Eu sabia", disse ele. "eu tinha certeza."


Fonte: huffingtonpost.com - Por Charles Thomson




15/07/2015

Michael Jackson - Árvores



Eu passo muito tempo na floresta. Gosto de ir para a floresta, gosto de subir árvores. O que eu mais gosto de fazer é subir árvores, subo até ao topo de uma árvore e eu olho para baixo nos ramos Sempre que eu faço isso inspira-me música.

-Michael Jackson


05/06/2015

Michael recorda...


A maioria das pessoas têm carreiras de luxo que iniciaram quando tinham idade suficiente para saber exactamente o que estavam a fazer e porquê, mas é claro, que isso não aconteceu comigo.

Eles lembram-se de tudo o que aconteceu com eles, mas eu tinha apenas cinco anos de idade. Quando se é um artista infantil, na realidade não se tem maturidade para entender muita coisa do que está acontecendo à sua volta. As pessoas tomam muitas decisões a respeito da tua vida, quando estás fora da sala. 

Então aqui está o que eu me lembro, lembro-me de cantar no alto da minha voz e dançar com verdadeira alegria, trabalhando demais para uma criança.... eu não fui forçado a estar em palco, por parte dos pais, da maneira que Judy Garland foi. Eu fiz isso porque eu gostava e porque era tão natural para mim como respirar. Eu fiz isso porque eu estava compelido a fazê-lo, não pelos pais ou familiares, mas pela minha própria vida no mundo da música.

Michael Jackson -  Livro Moonwalk

27/05/2015

Michael Jackson - Atingir objectivos


Eu não posso responder se gosto ou não de ser famoso, mas eu amo atingir metas. Eu amo não só alcançar uma marca que eu estabeleci para mim mesmo, mas excedê-la. Fazendo mais do que eu pensei que pudesse, é uma sensação óptima. Não há nada como isto: Eu acho que é muitro importante definir metas para si mesmo. Isso dá-te uma ideia de onde queres ir e como queres chegar lá. Se não apontas para alguma coisa, nunca vais saber se poderias ter atingido os objectivos.

-Michael Jackson - Livro Moonwalk


Transcrição e tradução: Espaço Michael Jackson

17/05/2015

Michael Jackson - Não sei de onde isso veio… apenas vinha


Desde Sammy Davis Jr. que o mundo não via uma criança artista, com um controlo tão inato de si próprio em palco como Michael Jackson. Tanto como cantor como dançarino, o jovem Michael tinha uma presença simplesmente excepcional. Depois de ser ouvido a cantar o doloroso blues “Who’s Loving You” o que se perguntavam os trabalhadores da Motown era, “onde é que o miúdo aprendeu uma emoção destas?” A resposta é que ele não teve de aprender, parecia estar ali ao seu dispor.

Os produtores sempre ficaram pasmados como Michael, entre as sessões de gravação, fazia jogos para pré-adolescentes como cartas e às escondidas, e depois punha-se atrás do microfone e cantava uma canção com uma agilidade emocional e a presença de uma alma antiga que já teve a sua conta de desgostos.
Igualmente incrível era o fato de, para além de ouvir as gravações de demonstração das canções executadas por um cantor para lhe dar indicação da melodia principal, e da constante supervisão de Deke Richards da sua dicção, Michael era mais ou menos deixado à sua sorte no estúdio . Quando lhe diziam para soar como um pobre rejeitado, ninguém no estúdio esperava realmente que ele o fizesse, que entendesse a emoção envolvida no desgosto amoroso. Como poderia? Afinal, ele tinha onze anos.

“Digo com toda a honestidade, eu nunca sabia o que estava a fazer nos primeiros tempos” confessou Michael “Eu apenas fazia. Nunca sabia mesmo como devia cantar. Eu não conseguia controlar. Vinha por si. Não sei de onde isso veio… apenas vinha. Metade das vezes, nem sabia acerca de que é que estava a cantar, mas senti na mesma a emoção subjacente”.

-J. Randy Taraborrelli

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