Mostrar mensagens com a etiqueta Humanitário. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Humanitário. Mostrar todas as mensagens

09/01/2017

Um poço para África - Em memória de Michael Jackson


Numa iniciativa levada a cabo por fãs italianos de Michael Jackson, organizada por Mjfs Michael Jackson FanSquare e MJJ's IYouWe Foundation, foi construído na aldeia Watamu no Quénia, um poço de água potável em homenagem a Michael Jackson, por ocasião do dia 29 de Agosto de 2016.



A associação Insieme per Watamu  de Agerola, esteve envolvida na construção do projecto e no transporte e afixação da placa.

Sobre o poço foi colocada uma placa em memória de Michael Jackson, como testemunho de sua mensagem de amor para as crianças e os povos do mundo.



Tradução das palavras gravadas na placa:


"Em memória de Michael Jackson,
O homem que nos guia no caminho para "curar o mundo"
Com amor,
Michael Jackson, FanSquare
MJJ's IyouWe Foundation,
de Itália.
Um obrigado especial a"Insieme per Watamu" de Agerola
Pelo cuidado na construção do projecto.
29/08/2016 "




Levar água potável às aldeias africanas significa levar vida, significa evitar mortes devido a infecções causadas pela ingestão de água contaminada, significa permitir que eles sejam capazes de irrigar os campos a partir dos quais derivam alimentos. Na verdade, da construção desse poço dependem futuros projectos relacionados com o cultivo de milho e tomate.

O custo total do projecto foi de 1.500 Euros



17/02/2016

LL Cool sobre Michael Jackson


Ele é realmente um bom rapaz. Muito humilde... Ele tinha atingido um nível de sucesso que nós só podemos sonhar e era tão humilde, sabe, um sujeito muito bom. ... Ele ensinou mais lições por meio de acções. ... Mesmo em mensagens verbais pode sentir-se a autenticidade e a humildade.

Eu acho que Mike estava ciente de seu poder. Acho que Mike estava consciente do lugar que ele ocupava na sociedade e como artista. Quero dizer, ele era tão grande que ele literalmente tinha que falar em sussurro para fazer com que as pessoas se sentissem confortáveis - isso é muito grande. 

Uma coisa que Mike me fez perceber é o quanto a arte afecta as pessoas... e quão importante é a arte. Quando se pensa sobre os artistas e na sua contribuição para a sociedade, é verdadeiramente surpreendente, porque o trabalho realmente sobrevive ao artista. Especialmente quando é um trabalho incrível, as pessoas vão sempre lembra-lo e estimá-lo.

- LL Cool









13/02/2016

Esse era o Michael!


No final de Maio de 2009 eu estava com Michael quando ele estava saindo do escritório de Arnold Klein, em Beverly Hills. Tinha começado a campanha publicitária sobre os concertos This Is It e havia um enxame de paparazzi fora do edifício. Eu estava nervosa sobre se ele conseguia sair - no dia anterior tinha havido uma experiência desagradável emocional e fisicamente: um fotógrafo tinha gritado uma pergunta para ele com intuito de ser ofensiva; depois, outro tinha batido de forma audível na cabeça de Michael com sua câmara de grandes dimensões. Tinha sido verdadeiramente desagradável e Michael não tinha razão de estar de bom humor depois disso.

Hoje, uma mulher que Michael não conhecia, tinha entrado no consultório do médico. Ela era mais velha, e embora eu nunca a tivesse visto antes parece que ela tinha o hábito de afugentar os paparazzi quando ela os via perto de celebridades em Los Angeles. Quando ela conheceu Michael, obviamente pela primeira vez, ela estava em lágrimas, quase histérica, divagando para ele incoerentemente, e sem motivo aparente não parava de dizer "por favor" como se pedisse ajuda.

Estou um pouco envergonhada de dizer, ela estava a irritar-me. Eu podia ver que ele estava cansado e após os acontecimentos do dia anterior, eu estava preocupada em que ele saísse do prédio com segurança. Eu ainda não tinha falado com ele por essa razão: eu só queria que ele saísse de lá em segurança. E olhando para essa mulher abraçando-o e divagando em seu rosto, eu desejei que ele dissesse: "Desculpe, eu tenho que ir", pondo o seu próprio bem-estar em primeiro lugar e fosse embora.

Michael não. Ele ficou em paz completa, inclinou-se um pouco para olhar esta senhora idosa nos olhos e disse naquele tipo de voz baixa, que eu me lembro muito claramente: "Diga-me o que precisa. O que é que precisa? Como posso ajudá-la?". Calmamente, lentamente, como se estivesse tentando incutir-lhe um pouco do seu equilíbrio. E ainda assim ela não conseguia responder. Ela apenas divagava, porque não podia acreditar que ela realmente conheceu Michael Jackson, que a maioria das pessoas via como um ícone intocável; o maior artista de todos os tempos, que tinha rompido tantas fronteiras numa carreira brilhante ao longo das últimas quatro décadas. Ela não podia acreditar que este homem, que simbolizava tanto para ela, a abraçou quando ela pediu um abraço. E quando ela implorou à toa por algo que ela mesmo não conseguia identificar, ele deu-lhe tudo o que uma pessoa poderia desejar. Ele tratou-a com amor, dignidade e respeito. Ele baixou a cabeça, deu-lhe o seu tempo e ofereceu de si mesmo, mesmo ele não tendo ideia de quem essa pessoa histérica era ou o que ela queria.

Ele não a tinha dispensado. Ele não tinha pensado em si mesmo ou na dificuldade dos seus guarda-costas para tirá-lo daquele edifício e para longe da multidão de fotógrafos.

Esse era o Michael.

-Maria Crawford sobre Michael Jackson, um mês antes dele falecer



Fonte:lacienegasmiled.tumblr.com
Tradução: Espaço Michael Jackson



10/02/2016

Michael Jackson - "Fim à Guerra"


Michael criou um dos seus trabalhos mais notáveis da escola durante as aulas de arte em Walton.

Ele perguntava com frequência a Rose*, sobre a guerra do Vietnam. Fotos de jornais com crianças feridas e gritando, sempre o afligiam. A sua interpretação do que ele viu tornou-se o assunto de um desenho.

Tinha-me esquecido da sua existência até que apareceu on-line no livro anuário da escola. Ele desenhou um soldado em primeiro plano numa batalha, sob um céu cheio de aviões de combate; ele estava desprotegido, braços estendidos, metralhadora rendida. Na legenda lê-se "Fim à Guerra".

Com a caridade ele foi pioneiro, "Heal The World", e depois o seu sucesso esmagador "Earth Song" - No seu vídeo e actuação em palco ele bloqueia o caminho de um tanque militar com os braços estendidos - Pode ver-se o espírito humanitário que há muito existia dentro do menino sensível.


*Rose Fine - professora particular



Do livro: You Are Not Alone: Michael: Through a Brother's Eyes escrito por Jermaine Jackson


Fonte: Books.google.pt
Transcrição e tradução: Espaço Michael Jackson


21/12/2015

Kerry Anderson fala sobre a solidariedade de Michael Jackson

Kerry Anderson e Michael em Omã, 2005

"Nós estávamos no Bahrein (2005) durante a época do Natal e fomos para uma espécie de centro médico especialmente para crianças. E quando fomos lá, era muito perto do Natal e Michael só andava à volta com todos os funcionários. Ele ficou em silencio incomodado com as condições dos brinquedos e bicicletas, ou os triciclos, cujas rodas cambaleavam... e ele disse, "onde estão os brinquedos"?

Isso foi relativamente perto do Natal e temos que pensar que estávamos no Bahrein, é uma coisa tipo religião islâmica, a religião predominante lá, e eu pensei, bem, talvez eles não comemorem dessa forma. Mas ele era só... "nós temos que conseguir brinquedos..."

Então, conseguimos através do Sheik Abdullah, dois camiões grandes e simplesmente esvaziamos a loja, fizemos tudo isso numa noite... e uma ou duas horas mais tarde, o hospital estava cheio de brinquedos, todo o tipo de brinquedos novos. Michael estava tranquilo e satisfeito, e obviamente, as crianças também.

Isso era precisamente o tipo de pessoa que ele era. Ele era muito solidário, atencioso, uma pessoa amorosa, ele amava todos. Ele não tinha complexos com raça ou religião ou qualquer coisa assim. Ele sempre foi muito determinado a falar pelos mais desfavorecidos, os que não têm voz ".



-Kerry Anderson, guarda-costas de Michael entre 2005/2006
Entrevista para King Jordan Radio em Agosto 2015



Fonte: all4Michael
Tradução: Espaço Michael Jackson


17/12/2015

Heal The World por Bulief – Single lançado para fins de caridade


Michael Jackson permitiu que um grupo de jovens artistas de Merseyside, Liverpool, utilizassem a música 'Heal The World' para ajudar a levantar fundos para criar um centro de recuperação de crianças vítimas de bullying.

O Centro de Recurso James Bulger Red Balloon foi criado por Denise Fergus, mãe de um menino de dois anos de idade, que foi raptado e assassinado em 1993 por dois adolescentes, Jon Venables e Robert Thompson.

Michael Jackson teve conhecimento de James, e enviou uma grande cesta de flores para a mãe de James Bulger, após seu assassinato, com uma carta pessoal, onde escreveu algumas linhas para James e o chamou de "Criança da Inocência”


A mãe de James disse: "Mesmo com a pouca idade de dois anos, James era um grande fã de Michael Jackson, e então parecia certo que nós cantássemos a canção que ele amava, em dedicação a ele. Nós tocamos a canção de Michael no funeral de James. Eu escutei 'Heal The World' repetidas vezes e isso me deu um tal zumbido quando descobrimos que poderia lança-la para arrecadar dinheiro para a ‘James Bulger House’. As palavras da canção são muito tocantes. Eu sinto que o mundo precisa de cura com crianças cometendo crimes. É muito perturbador o modo como o mundo está neste momento, o bullying está acontecendo em todos os lugares."


O CD foi lançado em 02 de Novembro de 2009. Michael Jackson tinha dado permissão para este single ser gravado pouco antes de sua morte súbita. Agora, o single não só representa a memória de James, mas também a da sua estrela pop favorita.



Fonte: myspace.com/redballoonlearnercentre
Tradução: Espaço Michael Jackson


01/12/2015

Versão infantil de We Are The World


Há trinta anos atrás foi gravado por um grupo de crianças, entre elas Alyssa Milano, Drew Barrymore e Fergie, uma segunda versão de We Are The World.

Children Of The World Project (Projecto crianças do mundo), foi ideia da personalidade de rádio Sonny Melendrez e foi produzida por George Duke, que trabalhou com Michael Jackson no álbum Off The Wall.

Michael sempre preferiu esta versão à da USA For Africa, ele sempre sentiu que a música foi feita para ser cantada por crianças.

Citação de Michael no seu livro Moonwalk
"... Desde que foi escrita, eu tinha pensado que a canção deveria ser cantada por crianças. Quando finalmente ouvi crianças cantando na versão do produtor George Duke, eu quase chorei. É a melhor versão que eu já ouvi."

Sonny Melendrez, conta como nasceu o projecto
No momento em que o meu rádio despertador tocou numa manhã de Março de 1985, fui acordado pela voz pura de uma criança cantando as palavras: "We are the world. We are the children." (Nós somos o mundo. Nós somos as crianças) No meu estado grogue, eu me lembro de pensar para mim mesmo, que gostaria de ter pensado nesta ideia óbvia: uma versão infantil do hino em todo o mundo - We Are The World.

Então, quando ganhei consciência, eu percebi que a "criança" que eu tinha ouvido era de facto, Michael Jackson e que eu estava ouvindo era a gravação original.

Saltei da cama e liguei ao meu produtor. Naquela tarde, no meu programa de rádio KMGG, eu compartilhei minha visão de reunir as crianças mais talentosos de Los Angeles e dar-lhes a oportunidade de fazerem a sua parte para o fundo de caridade criado para beneficiar os famintos na Etiópia - USA For Africa. A resposta foi impressionante para dizer o mínimo, com centenas de pais e filhos ligando e querendo fazer parte da ideia.

O projeto "The Children of the World" nasceu
Depois de várias semanas e com a ajuda de inúmeros voluntários, incluindo meu amigo e profissional de entretenimento, Roger Neal, tínhamos feito mais de 1500 audições a crianças em vários locais em todo o sul da Califórnia. Fizemos todo o esforço para que cada criança, com idades entre 5 a 17, se sentisse especial sobre o que, e por que, eles estavam fazendo testes. Todos receberam um certificado e uma t-shirt comemorativa da sua participação.

Entrei em contacto com o premiado produtor, George Duke e perguntei se ele se juntava a nós. Ele não só aceitou, como trouxe também músicos lendários para tocar na faixa, entre eles, Stanley Clarke, Phillip Bailey, e Journey Steve Smith.

Depois de chamar pessoalmente cada um dos 50 que foram escolhidos (e você pode imaginar as suas reacções entusiastas), sob a direcção musical de Martha Woodhull, o coro, então, passou várias semanas ensaiando suas partes.

Além dessas vozes incrivelmente talentosos, nós adicionamos um outro grupo de estrelas infantis com o entendimento de que todos seriam tratados igualmente, independentemente do seu nome ou créditos. Esta tinha sido a mesma política adotada pelo elenco original de We Are The World. Este grupo incluía, Drew Barrymore, Danielle Brisebois, Alyssa Milano, Danny Pintauro, e outros.
Sonny Melendrez e Fergie

Então, em 27 de Abril de 1985, um dos melhores coros infantis reunido, entrou no Westlake Studios em Hollywood e gravou "a versão do infantil" de We Are The World.


Cada nota também foi filmada para um vídeo da canção. Eu não conseguia parar de pensar nas mais de 1400 crianças que não tinham feito parte do grupo e sugeri que parte do vídeo incluissem todos eles. Foi acordado que terminaríamos as filmagens no Griffith Park de Los Angeles, onde todas as crianças imagináveis do mundo foram representadas por centenas de jovens cantores, incluindo aqueles que eram cegos, surdos ou qualquer outra deficiência. Queríamos mostrar que, quando se trata de dar, não existem barreiras. Toda a gente pode participar.

Tenha em mente que a nossa produção em estúdio e em locações, para não mencionar o incontável de horas de planeamento, teria custado centenas de milhares de dólares. No entanto, cada necessidade foi preenchida por doações, equipamentos, e dezenas de especialistas do sector da produção.

É, até hoje, o meu maior orgulho beneficente e empenho profissional.

No ano seguinte, fomos notificados de que a nossa versão da canção foi nomeada para um Grammy. Através do poder do rádio (antes da internet) e os milhares de esforço de cuidar, dar e amar os seres humanos, as palavras que Michael Jackson, deu ao mundo - "Somos aqueles que fazem um dia mais brilhante, então vamos começar a dar "ganhou nova vida nova e sentido através de The Children of the World (As Crianças do Mundo).

Eles não só ajudaram os seus irmãos e irmãs famintos, eles também prestaram uma homenagem especial à "criança do mundo" - Michael Jackson.



Projeto The Children of the World - We Are The World


Fonte: Sonny Radio.com
Tradução: Espaço Michael Jackson

06/11/2015

Jonathan Moffett sobre a generosidade de Michael Jackson


Muita gente não sabe, quando fizemos a Victory Tour, em 1984, ele estava lá suando e dançando a cada show e todos os ensaios para chegar a esses shows. Ele estava lá no palco sob aquelas luzes, centenas de luzes, suando e trabalhando arduamente. Cansando o seu corpo por nem um centavo.

Ele doou todos os seus 5.000.000. Todas as noites, durante todos aqueles meses, ele fez isso de graça. E eu acho que esse aspecto de Michael é igualmente impressionante e notável como o lado musical de Michael.


-Jonathan Moffett - Baterista que trabalhou com Michael Jackson durante mais de 34 anos







Fonte: mjlove1.tumblr.com



05/11/2015

Michael Jackson - Um patrão generoso


-Por Wesley Phillips 

Na opinião de Phillips, muitos dos problemas de Michael poderiam ser atribuídos a forças externas que tentaram colocar-se entre ele e a sua família. "Ele foi um verdadeiro Peter Pan", sustenta Phillips. "Ele nunca teve uma infância. As pessoas que o rodeavam não eram confiáveis, e no final, eles venderam-no".

Ao contrário da imagem distante que Michael transmitia ao público, Phillips diz que pessoalmente, ele não só era amável e fácil de se falar, mas também um patrão generoso. Ele fez sete turnês com Michael, e diz que o cantor era uma pessoa muito boa e pagava aos seus músicos uns dos salários mais altos neste ramo.

Ele descreve uma altura em que Michael levou a sua banda para o Havaí, para o que era suposto ser uma turnê de três semanas. Depois da primeira noite, a cantor tratou-os com um luxuoso jantar e depois entreteve-os com um show particular.

"De repente, as luzes do palco acenderam e era Michael, cantando e dançando só para nós. Depois, ele anunciou que a turnê de três semanas do Havaí era na realidade um presente especial para nós, três semanas de férias à sua custa".

Isso fazia de Jackson um chefe difícil? Não necessariamente, diz Phillips. "Michael dizia: "Se eu precisasse dizer-vos como tocar alguma coisa, eu não os teria contratado."

Phillips fez sete turnês com Jackson e estava escalado para fazer a sua turnê Europeia de retorno, intitulada This Is It, quando ele e os outros músicos receberam a notícia da morte do cantor. "Teria sido um boa recompensa", lamenta ele, acrescentando que permanecem suspeitas as circunstâncias que envolvem a morte de Michael.


Fonte: browardpalmbeach.com
Tradução: Espaço Michael Jackson







26/08/2015

Michael La Perruque - Michael e os fãs


-Por Michael La Perruque

Durante uma estadia em Nova York, estávamos a ser perseguidos por fãs, de lugar para lugar o dia inteiro. Onde quer que fossemos eles já estavam lá e logo fiquei meio frustrado com esses jovens. Então eu pensei sobre o que eu poderia fazer para ser mais fácil para nós, e surgiu um excelente plano, na minha opinião. Quando fomos para a próxima reunião, combinei com o motorista para chegar despercebido até a porta de trás do edifício. Desta forma, não teríamos que sair no meio da multidão que estava novamente à espera, e eu tinha certeza de que isso era algo com que o Sr. Jackson ficaria feliz, porque eu acreditava que ele estava também a ficar cansado de toda aquela comoção. Então, quando chegou a hora, eu levei-o furtivamente para o seu encontro, através de corredores e entradas de funcionários, para o carro que o esperava. Conseguimos escapar do prédio sem que um único fã nos visse, e eu senti-me muito bem e orgulhoso de mim mesmo. De repente o Sr.Jackson perguntou.

"Fez todos os fãs sair?", E eu orgulhosamente disse-lhe: "Não, senhor, eu trouxe-o para fora pela parte de trás do edifício para evitar a multidão" Mas ele continuou

"Mas porquê que fez isso? " e eu respondi, "Bem, eu pensei que eles estavam a incomoda-lo!"

Mas o que ele me disse, então realmente fez-me pensar

"Essas pessoas são meus fãs! Eles são os únicos que compram os meus discos, vêm aos meus concertos e eu amo-os verdadeiramente! Nunca deve jamais, nunca, nunca tentar esgueirar-se deles, porque eu aprecio os meus fãs e se isso significa que eu tenha que abrandar um pouco ou que estou a ser incomodado, está tudo bem para mim. Eles são os únicos que se preocupam comigo, compram a minha música e apoiam-me e eu não estaria aqui hoje sem os meus fãs!"


Devo confessar que não era o tipo de reacção que eu tinha em mente, quando eu fiz o meu plano para o tirar pela porta de trás. No entanto, isto foi uma espécie do meu "momento belisque-me" e eu comecei a entender o que ele quis dizer quando se fala sobre o respeito e a tolerância e que não importa o status social, nacionalidade ou que raça somos. Ele ensinou-me a aceitar e cuidar de todos os seus fãs e não só os fãs, mas todas as pessoas com quem nos deparamos pela frente. Ele queria que fossem sempre bem tratados e com respeito.

- Michael La Perruque, segurança pessoal de Michael entre 2000 a 2004 e 2007 e 2008


Fonte: Do livro “A Life for L.O.V.E.”
tschega.tumblr.com
Tradução: Espaço Michael Jackson

16/08/2015

Animais de estimação de Michael Jackson



Michael Jackson lançou em Outubro de 1986 “Michael’s Pets” (Animais de estimação de Michael), uma Colecção de animais de peluche feitos à semelhança dos próprios animais de Michael.



A Colecção era formada por dez animais, Cool Bear, baseado no próprio Michael, um urso de óculos escuros e um chapéu fedora, a girafa Jabbar, Louie a lhama, Muscles a cobra, o chimpanzé Bubbles, tio Tookie o sapo, Spanky, um cão branco, o Sr. Bill, outro cão, Suzy o coelho, e Jeannine a avestruz. Cada animal vinha com uma fita cassete com uma história sobre o animal, embora a fita não possuísse a voz de Michael.






“Michael foi muito útil na concepção dos brinquedos", disse Bob Michaelson, que foi o responsável pelo desenvolvimento do projecto, "Ele foi fundamental na forma como tudo deveria ser programado… ele tem uma tremenda intuição”

Na aprovação dos brinquedos, Michael estipulou com o fabricante, que um dólar por cada venda de "Michael’s Pets" reverteria a favor de uma organização de caridade infantil.


Texto adaptado de: True Michael Jackson.com

31/07/2015

Michael Jackson ganha novo mural


Está a caminho um novo grafite em homenagem a Michael Jackson, no mural do Graff Lab, em Los Angeles, a poucos minutos do Staples Center.

O mural anterior, criado pelo artista Rudy "Rude" Martinez, em homenagem a Michael pelo seu aniversário em 29 de Agosto de 2010, foi pintado por cima e um novo mural está a ser concluído.

Mural “MJ2010″


Sequência








Os responsáveis do Graff Lab, disseram que o fizeram, não porque Michael era o Rei da Pop, mas por causa do trabalho humanitário que Michael realizou com crianças durante a sua vida.


O Graff Lab é um local na área de Pico Union de Los Angeles, onde artistas de rua se reúnem para expressar as suas habilidades artísticas.


Facebook The Graff Lab



27/07/2015

Confissões do cirurgião irlandês de Michael Jackson


Dr. Patrick Treacy conheceu Michael Jackson na Irlanda em 2006 e tornou-se um bom amigo.

Apesar de seu passado colorido e todos os seus prémios profissionais, o célebre cirurgião Dr. Patrick Treacy sabe que muitos dos que comprarem a sua nova autobiografia "Behind The Mask" irão saltar imediatamente à frente para os dois capítulos onde ele fala sobre o seu cliente e amigo, mundialmente famoso, o falecido Michael Jackson.

Eles conheceram-se na Irlanda em 2006, quando Treacy, um celebre cirurgião por seus próprios méritos, apareceu no show Ryan Tubridy em RTÉ, emissora nacional da Irlanda. Após o show ir ao ar, Treacy descobriu uma jovem mulher Afro-Americana à espera na sala verde, que lhe disse que ela representava uma celebridade que gostaria de conhecê-lo.

"Eu não tinha ideia de quem seria", explica Treacy. "Abrimos a clínica tarde da noite para evitar a imprensa, mas nesta fase, eu não sabia o que esperar. Quando ele chegou, disse, "Olá eu sou Michael Jackson," e em seguida acrescentou, "Obrigado pelo trabalho que tem feito pelo povo da África."

Para surpresa de Treacy, Michael já tinha lido um artigo numa revista médica que Treacy tinha escrito sobre a epidemia devastadora da SIDA/ AIDS no continente. "Ele disse-me que tinha lido e que o tinha feito chorar", diz Treacy. "Era claro que ele queria oferecer assistência humanitária programando um concerto."



Treacy trabalhando na África

Ao longo dos dias e meses seguintes, eles tornaram-se amigos. "Eu fiquei em sua casa na Irlanda. Uma noite nós começamos a falar sobre nossos respectivos pais. O meu tinha sido gentil, mas o seu, tinha-o espancado enquanto crescia. Foi uma das razões pelas quais ele começou a meter-se em procedimentos cosméticos. Seu pai costumava fazer chacota sobre o seu 'nariz de preto'. "

Há poucas dúvidas entre a maioria dos observadores que Michael sofria de uma forma de dismorfia, que o viu lutar para atingir a aparência perfeita que ele queria, com custo desastroso para sua aparência ao longo do tempo. Treacy reconhece essa realidade, mas não comenta sobre a natureza dos procedimentos que Michael lhe pediu para fazer. Em vez disso, ele concentra-se no que ele gostava nele.

"Ele era incrivelmente engraçado, muito interessado na ciência e medicina, e um dia ele pegou um livro de medicina no meu escritório e abriu-o numa imagem de uma criança negra com pele preta e branca. Ele disse-me: 'Eu sei a dor que essa criança sente', e então ele puxou a perna da calça e eu vi a sua pele, era preta e branca. Tinha no seu corpo inteiro.”

Michael sofria de vitiligo, uma doença de pigmentação da pele, muitas vezes dolorosa que Treacy ajudou a tratar na sua famosa clínica em Dublin.

"Um outro dia, ele tinha lido sobre as crianças Murray que ficaram feridas num incêndio no submundo do crime em Limerick. Ele disse-me: 'As crianças estão em sofrimento, e ele perguntou-me em qual hospital estavam. Acabou por ser Crumlin Hospital, e eu trabalhei lá. "

Mas Treacy estava relutante em que Michael os fosse visitar, dada a sua amizade com Michael e sua preocupação com manchetes negativas dos tablóides, logo após o seu caso em tribunal em 2005, por alegado abuso sexual. Treacy sentiu que Michael se iria expor desnecessariamente a mais imprensa ridícula e ele estava contra a ideia de uma visita. "Não foi por razões egoístas, era mais para protegê-lo das notícias", explica ele.

Mas então, Michael fez algo que o surpreendeu, ele tirou a peruca e expôs o couro cabeludo que tinha sido queimado, durante um incêndio no set quando ele filmava um anúncio publicitário da Pepsi, em 1984. "Todo o topo de sua cabeça estava completamente cicatrizada", explicou Treacy . "Então, eu senti-me muito triste por ele. Na época, eu não sabia que ele fazia visitas regulares aos hospitais, como estas, o tempo todo ".

Isso provavelmente ajudou a florescer a amizade com Treacy, 54 anos, que veio de Garrison, no Condado de Fermanagh, que não ficou facilmente fascinado. Ele já tinha uma vida notável muito antes de Michael aparecer no meio dela, como o seu novo livro de memórias "Behind The Mask" deixa isso claro.

Enquanto jovem estudante, Treacy ganhou o amador Young Scientist of the Year Award [Jovem Cientista do Ano] por um projecto inovador para ajudar as plantas a crescer. Mais tarde, ele frequentou a Universidade de Queens, em Belfast.

A sua mãe achou que ele estaria mais seguro em Dublin e ainda enquanto estudante de medicina, ele viajou bastante, tirou um ano para seguir a turnê "Serious Moonlight" do lendário David Bowie, trabalhando como montador de equipamento, por toda a Europa. Precisando de pagar as caras taxas da faculdade, Treacy eventualmente financiou os seus estudos com o contrabando de carros durante um ano, da Alemanha para a Turquia, onde ele os vendeu com lucro considerável, o que mostrou a sua iniciativa e vontade de fazer o que fosse necessário, para um trabalhador estudante sobreviver.



Treacy com Bono no Prémio Humanitário da ONU

E mais tarde ainda, no seu primeiro trabalho como cirurgião praticante, para sobreviver a uma picada acidental de agulha contaminada por HIV, de um viciado em heroína de Dublin, ele teve que cortar um pedaço da sua perna, na época antes de haver quaisquer tratamentos inibidores da protéase para SIDA/AIDS. No final dos anos 80, isso era considerada uma sentença de morte.

Com tratamentos eficazes contra o vírus HIV ainda a anos de distância, Treacy descobriu que alguns dos funcionários do hospital irlandês com quem tinha trabalhado junto, estavam relutantes em tratá-lo na sequência do incidente e logo depois, o relacionamento com a sua namorada de longa data, terminou também, causando uma cicatriz de um tipo diferente.

"Graças a Deus nunca me tornei seropositivo", afirma Treacy, mas é bastante claro que a rejeição que ele experimentou o feriu profundamente. "Isso é realmente parte do que trata o livro de memórias", acrescenta. Na verdade, estas lembranças contribuíram mais tarde para o seu próprio desejo de trabalhar em projectos humanitários na África em volta de SIDA/AIDS e para ajudar a desbravar novas cirurgias para ajudar as pessoas com HIV.




Treacy trabalhando no Haiti

Entre os muitos notáveis que​​ Treacy encontrou na sua longa carreira, estão Nelson Mandela, Madre Teresa, Bono, John Lennon e claro, Michael Jackson. Em meados de 1990, ele até conheceu, num sentido médico, Lady Diana Spencer. É um longo caminho desde suas origens humildes em Garrison, Condado de Fermanagh e "Behind The Mask" conta a história convincente.

Mas é o legado da sua amizade com Michael Jackson, que continua a encantar e a surpreende-lo conforme o tempo passa. O seu envolvimento com projetos humanitários que Michael também apoiou, continuam, e a própria base de fãs internacional, apaixonada por Michael, pensa nele como um embaixador particularmente eloquente para o falecido astro.

Pense nos seus diamantes incrustados na luva, pense no moonwalk, pense nos óculos de sol, pense na jaqueta de couro vermelho com a guarnição preta que ele usava em "Thriller". Essas são as coisas que significam Michael Jackson, não os poucos últimos anos da sua vida assombrada e um pouco solitária.

Essas coisas, vão todas ainda ser famosas daqui a 500 anos. Esse é o homem de que Treacy se lembra, e o homem que ele quer que o mundo se vá lembrar.


Fonte em Inglês: IrishCentral.com

21/06/2015

Estátua HIStory - Certificado de Autenticidade


O certificado de autenticação agradecendo ao concessionário Peter van Gelder por ter adquirido a estátua em apoio à Ronald McDonald House Charities, localizada em Veldhoven. Um lugar onde as famílias podem ficar quando os seus filhos estão a receber assistência médica de longo prazo.


Na placa lê-se:
Gostaria de agradecer ao restaurante McDonald em Best e ao seu concessionário Peter van Gelder por ter adquirido a "mega estátua de Michael Jackson" em apoio à Ronald McDonald House Charities e espero que ela vá atrair muitos clientes.

Michael Jackson
Amesterdão, 3 de Outubro 1996




Fonte: Suburbia Deutschland



14/05/2015

Michael Jackson - Prémio Humanitário Presidencial



Em 14 de Maio 1984, numa cerimónia realizada na Casa Branca, Michael recebe o Prémio Presidencial Humanitário, das mãos do falecido presidente Ronald Reagan, pelos seus esforços humanitários e reconhecimento pela sua contribuição para a promoção da campanha nacional de prevenção do consumo de álcool dos adolescentes, durante a condução.
Michael autorizou que a sua canção "Beat It", fosse usada na campanha.


A inscrição na placa diz:

"Para Michael Jackson com apreço pelo excelente exemplo que definiu para a juventude da América. Suas conquistas e recordes históricos e sua preeminência na música popular são um tributo à sua criatividade, dedicação e grande habilidade. A contribuição generosa do seu tempo e talento para a National Campaign Against Teenage Drunk Driving*, vai ajudar milhões de jovens americanos a aprender que beber e conduzir pode matar uma amizade".


Campanha Nacional Contra condução sob efeito do álcool nos adolescentes


09/02/2015

Escola totalmente financiada pelos fãs de Michael Jackson


Em 6 de Fevereiro de 2015, foi oficialmente o primeiro dia de abertura da recém construída pré-escola MJL Everland Haiti, em memória de Michael Joseph Jackson. Esta escola foi totalmente financiada pelos fãs de Michael.












Fonte: Michael Jackson's Legacy


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...