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08/02/2018

Michael Jackson e Darren Hayes



Texto publicado por Darren Hayes em Maio de 2010

Para os fãs de Michael Jackson, esta será uma história inédita do meu ‘quase’ encontro com o Rei da Pop e o quanto ele me inspirou.

Quem é fã das minhas composições sabe que 'Insatiable' foi co-escrita e produzida por Walter Afanasieff. O que poucas pessoas sabem é que eu só escrevi essa música por inspiração após ouvir uma música escrita por Walter e por Alan Thicke para Michael Jackson em 1999 chamada Fall Again.

Essa é a história:

Quando eu estava gravando o álbum 'Affirmation' do Savage Garden em São Francisco, com Walter em 1999, ele tocou uma demo da música Fall Again – na época a voz era ainda de Robin Thicke. Ambos iriam enviar a música para Michael Jackson incluir no projecto do álbum 'Invincible'.

Eu fiquei embasbacado porque tudo tudo o que eu ouvia na música remetia ao jeito do Michael. Na época, Walter disse-me que não tinha a certeza se Michael estaria interessado, mas como fã eu tive um pressentimento que quando MJ a ouvisse, teria a mesma sensação que eu tive. Fez-me lembrar a exuberância das canções clássicas de Michael como Human Nature.
Eu sabia que MJ não hesitaria.

Efectivamente a música chegou a Michael, ele adorou e concordou gravar uma demo. Mas havia um pequeno problema: a única data em que Michael estava disponível era uma que Walter tinha reservado comigo para as gravações dos vocais do álbum Affirmation do Savage Garden.

Walter decidiu que gravaria ambas as sessões e assim, voamos para Nova York.

Eu gravei no período da manhã nos Estúdios da Sony e à tarde ele gravara com Michael Jackson no The Hit Factory que fica, literalmente, do outro lado da rua.

A versão postada aqui no artigo é a única que Michael já cantou. Num único take. Ele não teve sequer tempo para aprender  a canção correctamente (mas que trabalho incrível ele conseguiu fazer!).

No dia em que gravou com Michael, Walter voltou à minha sessão nos Estúdios da Sony, cerca de duas horas depois, radiante como nunca. Ele falou muito bem de Michael, sobre a sua voz, sua educação e seu talento. O que me tocou mais, foi quando ele falou dos filhos de Michael (Prince e Paris). Walter disse-me que eles estavam na sessão e que Michael tinha colocado um monitor no estúdio de gravação para que ele pudesse ver as crianças brincando com a ama em outra sala enquanto ele estava cantando. A sessão foi interrompida porque as crianças estavam um pouco doentes e Michael sendo um bom pai queria cuidar delas. Ele evidentemente desculpou-se e deixou a sessão  após um único um take.

Eu não tinha ouvido a versão de Michael até que foi lançada anos depois (apesar de Walter saber que eu era um grande fã, ele respeitava a confidencialidade de MJ e nunca tocou a música para mim). Mas eu lembrava-me da sensação e da magia da música, desde a primeira vez que ouvi o vocal do Robin Thicke, e então, quando chegou a hora de eu gravar o meu primeiro álbum a solo, pedi a Walter para tentarmos escrever uma canção com a mesma energia. Foi assim que escrevemos 'Insatiable'.

É incrível ouvir a versão demo de Michael 'Fall Again' tantos anos depois e estar maravilhado com a sua arte. Michael é a razão pela qual eu me tornei artista. (tendo visto a sua turnê 'Bad' em 1987 e sabendo nesse instante, que actuar era o que eu queria fazer para o resto da minha vida). Escutando os seus álbuns aprendi a cantar. Tenho orgulho que anos mais tarde na minha carreira, tenha muita inspiração dele no meu trabalho. E embora ele não esteja mais entre nós, eu gosto de pensar que a pequena faísca que acendeu em mim como um artista, faz parte de seu legado.

Desculpem se isto foi longo e eufórico, mas sei que há fãs de Michael que apreciariam a história e eu sempre quis dizer isto. E hoje eu o fiz.


Michael Jackson - Fall Again


Darren Hayes - Insatiable


Twitter.com/darrenhayes
Tradução: Espaço Michael Jackson



21/01/2018

The Jacksons "Do The Fonze"


Tirado do segundo episódio do show de variedades de "The Jacksons", exibido na CBS em 23 de Junho de 1976.

Michael, Jackie, Tito, Marlon, Randy, Rebbie, Latoya e Janet Jackson, interpretam uma música chamada "Do The Fonze".








22/03/2017

Michael Jackson envergonhado durante a gravação de "The Lady In My Life"


Ao gravar The Lady In My Life, Michael ficou um pouco embaraçado ao ter que exteriorizar um sentimento, suplicando pelo amor de uma rapariga.

Aqui fica o que tanto Michael como Quincy Jones, disseram sobre isso.

Michael no seu livro Moonwalk
"The Lady in My Life", foi uma das faixas mais difíceis de gravar. Estávamos acostumados a fazer uma série de takes, a fim de obter um vocal o mais perfeito possível, mas Quincy não estava satisfeito com o meu trabalho nesta canção, mesmo depois de literalmente dezenas de takes. Por fim, ele me chamou de lado no final uma sessão e disse-me que queria que eu implorasse. Isso foi o que ele disse. Ele queria que eu voltasse para o estúdio e literalmente implorasse. Então eu voltei, eles tinham desligado as luzes do estúdio e fechado a cortina entre o estúdio e a sala de controle para eu não me sentir constrangido. A gravação começou a e eu implorei. O resultado é o que se ouve nos encaixes."

Quincy Jones em 2009
“No estúdio, Michael era um trabalhador incansável, trabalhava mesmo muito. Ficava lá até  acertar. Ele gosta de trabalhar com as luzes apagadas, apenas uma luz única sobre o suporte. E gostava de fazer algumas das suas danças durante as músicas. Em "The Lady In My Life", eu precisava que Michael expressasse uma emoção que fosse a maneira de a trazer de volta. Eu disse “Smelly , eu preciso de você implore . Eu quero uma verdadeira imploração nesta canção, que é convencer a senhora que este é o caminho que ela deve seguir. Michael sabia exactamente o que eu estava falando. Ele ficou todo envergonhado e começou a corar. Mas ele fez isso e de seguida, correu de lá para fora. "


Clique no link para ouvir a versão completa de The Lady In My Life




21/02/2017

Michael Jackson - Beatbox


-Por Rob Hoffman - Engenheiro de som

A faixa "Stranger in Moscow" começa com beatbox feito pelo próprio Michael. Andrew Scheps passou algum tempo introduzindo o beatbox original no synclav (sintetizador) e cortando todos os bits do meio. Não me lembro se era de uma micro-cassete ou não, mas havia muito ruído de fundo. Não houve muito processamento depois disso.



Em faixas como "Tabloid Junkie" e "Too Bad" há loops de beatbox por toda a parte. Coisas que Michael Jackson tinha cantado numa micro-cassete ou durante tomadas vocais. Mais uma vez, houve muito pouco processamento além dos cortes e looping [repetição do trecho sonoro].

Michael explica como criou a música Tabloid Junkie.




20/02/2017

Introdução falada na canção History


Falando da faixa-título, History, há um detalhe especial sobre isso, para alguns de nós. A pedido de Michael, Matt Forger, outro engenheiro que trabalhou em várias partes do projecto, montou uma colagem auditiva de todos nós recitando várias acontecimentos famosos no tempo.

Um a um, ele apanhava-nos com seu aparelho de gravação portátil e dava-nos duas ou três linhas... Eu vou ter que escutar o disco para me lembrar quais foram as minhas linhas, mas quando se ouve aquelas vozes, elas foram ditas por todas as pessoas que trabalharam no álbum. Então, devo dizer que é uma honra ouvir a minha própria voz num disco de Michael Jackson, juntamente com os muitos outros que trabalharam no projecto.

-Por John Van Nest- Engenheiro de som



 Clique no link para saber mais sobre a  Introdução da canção History


Fonte: Michael Jackson.ru




10/02/2017

A mudança de Michael Jackson para o seu álbum a solo 'Off the Wall'


'Off the Wall' ajudou a transformá-lo de adolescente para 'The King of Pop'

Era 1979 e Michael Jackson estava numa encruzilhada. O vocalista dinâmico dos The Jacksons tinha apenas 21 anos de idade, mas ele já era uma estrela experiente da Motown, com 10 anos de longa experiência de gravações/actuações profissionais. Mas Jackson queria mais do que apenas o estrelato. Ele tinha sede de super estrelato, e nos seus próprios termos. Em direcção ao seu objectivo de derrubar a sua imagem de adolescente, Jackson juntou-se com o lendário produtor Quincy Jones para gravar um álbum a solo, de sucesso ou fracasso, intitulado Off the Wall. O LP contaria com três composições originais que Jackson esperava que lhe rendesse a entrada no panteão dos pioneiros cantores e compositores de R & B, incluindo James Brown, Stevie Wonder, Marvin Gaye e Sly Stone. Tendo traçado uma nova direcção musical para si mesmo, apenas uma coisa permanecia por resolver - ele precisava de uma imagem que sinalizasse a sua nova maturidade para o mundo.

Agora celebrado como um dos maiores álbuns de todos os tempos, Off the Wall vendeu mais de 8 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos. O LP fez de Jackson o primeiro artista a solo a ter quatro singles do mesmo do álbum no cimo do top 10 da tabela Billboard Hot 100. O single "Don't Stop ‘Til You Get Enough", deu ao cantor o seu primeiro prémio Grammy no melhor desempenho vocal de R & B masculino. O estilo preto e branco que aparece na capa de Off the Wall ajudou a impulsionar o salto quântico de Jackson para o estrelato. O cantor usou o estilo para os seus inovadores vídeos da música, incluindo "Don't Stop ‘Til You Get Enough", e Billie Jean, bem como para a sua actuação em televisão do Motown 25. Ao todo, Jackson manteria o estilo em toda a sua carreira solo, até à sua morte em Junho de 2009.
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O que se segue é uma história de como Michael Jackson se juntou com o especialista em gestão de marcas / director criativo Mike Salisbury e o fotógrafo Stephen Harvey para conceber e criar a capa do álbum Off the Wall. A imagem de smoking que eles criaram deu a Michael Jackson um visual icónico que subliminarmente ligaria o cantor a lendas da era do swing, como Frank Sinatra e Gene Kelly, enquanto também ajudava Jackson a tornar-se um artista recorde que se justifica em se declarar "The King of Pop".

Mike Salisbury: Até esse ponto [1979], eu tinha sido gestor de marca dos Rolling Stone, e tinha sido director criativo em três ou quatro agências de publicidade, bem como na Warner Bros Records. Mas eu nunca tinha sido gestor de marca de uma pessoa. Isso mudou depois que eu vi Michael no The Wiz. Fiquei impressionado com sua personalidade. Ele era uma estrela! Ele ofuscava todos no filme, apesar do facto de que ele estava se contendo. Então eu entrei em contacto com o seu agente e disse, 'Michael Jackson vai ser a maior estrela de música de sempre, e eu quero ajudar!' Então, seu agente convidou-me para ir ao seu escritório.

Stephen Harvey: Eu era um contratado independente na época. Tinha feito algumas capas de álbuns para artistas como Earth, Wind & Fire, Dazz Band ...

Mike Salisbury: O agente de Michael tinha uma maquete da capa de álbum para Off the Wall, e era horrível. Era ele sentado num pequeno tronco perto de uma fogueira com roupas infantis. Parecia um anúncio para o departamento infantil da Sears. Então eu digo ao agente, 'Entrarei em contacto consigo novamente,' consegui um ilustrador de moda para fazer um desenho do meu conceito para Michael. Volto para o agente, aponto para o desenho e digo: 'Veja! Eu coloquei-o num smoking! Será a sua imagem de marca - preto e branco! "O agente olha para os desenhos, e eu poderia dizer que ele não gostava deles. Então, esta pequena voz vinda do nada, grita: "Eu gosto." Era Michael! O tempo todo, ele estava atrás dessas grandes cortinas de veludo, ouvindo. Ele achou que o desenho ​​estava bem. Ele só pediu uma mudança. Ele queria meias brancas.

Stephen Harvey:  Salisbury ligou-me e disse que tinha duas capas que eu poderia escolher. Um era um álbum de Randy Newman, e o outra era Off the Wall de Michael Jackson. Eu escolhi Randy Newman, porque eu estava realmente dento das suas tomadas históricas em L.A. Mas depois, ele ligou-me de novo e disse, 'Randy quer um amigo dele a filmar o seu álbum, então eu vou te dar Michael Jackson ...'

Mike Salisbury: Nós concordamos que Michael iria usar sapatos loafers, como Gene Kelly usava em "An American in Paris", com as meias brancas... Eu finalmente encontrei um smoking que lhe servia, um smoking feminino. A minha esposa consegui-o no Yves St. Laurent na loja em Beverly Hills. Eu não sabia se lhe servia, mas a minha esposa sabia. Ela sabia dessas coisas.

Stephen Harvey: No dia da filmagem, Michael chega num Rolls-Royce. Estava sozinho, sem comitiva ou coisa parecida. Ele era tão pequeno atrás do volante, eu mal podia vê-lo.

Mike Salisbury: Foi ideia de Michael fimar no Griffith Observatory, porque foi lá que eles filmaram a luta de facas em "Rebel Without a Cause" [pt: Fúria de Viver]. Nós estávamos com limitação de tempo porque não tínhamos permissão para fotografar lá, e os guardas patrulhavam o lugar. A casa de banho dos homens estava trancada, mas a das mulheres estava aberta, então Michael correu para lá e colocou o smoking.

Stephen Harvey: Michael sai com o maquiador e o estilista, e começamos a filmar. O sol estava a pôr-se, e era lindo. Nós o mantivemos diante dessa meia parede branca, art deco, e eu iluminei-o assim que o pôr do sol ficou realmente escuro e rico no fundo.
 Michael fotografado no Griffith Observatory
Mike Salisbury: Estava sem vida. Michael ficou parado ali. Não havia nada do artista, com toda a energia e o desempenho ousado. Nós não queríamos dar-lhe muitas orientações, porque nós estávamos com medo de como ele poderia responder.

Stephen Harvey: Um policia apareceu e disse: "Desculpe, onde está a sua permissão?" Eu chamei a minha estilista e disse-lhe para ela tirar a licença da carrinha. Então ela ficou rastejando com as mãos e joelhos pela carrinha, procurando essa licença que não estava lá. O policia disse: "Você não tem permissão, tem que sair daqui!"

Mike Salisbury: Fomos a casa de Michael, e há esta réplica da estátua de David de Donatello no hall de entrada, e imediatamente eu digo, 'Isso é o que precisamos - atitude e estilo!'

Estátua de David de Donatello

Então eu digo a Michael, 'Olha, temos que refazer estas fotografias"E ele foi muito receptivo. Fomos ao estúdio do Steve, Michael equipou-se novamente. Colocamo-lo diante de um pano de fundo, e novamente, não funcionou. Ele simplesmente não animava. Então eu corro para fora do estúdio, pelo beco, e eu vejo esta parede de tijolo com um cais de carregamento.



Stephen Harvey: Isto foi na Crossley's Flowers em Los Angeles, algumas portas abaixo do meu estúdio no Beverly Boulevard. Muita gente acha que a capa foi filmada no Farmers Market no Fairfax, mas não é isso.
Mike Salisbury: Eu agarrei Michael e levei-o para aquela doca, porque eu achei que parecia a porta traseira de um teatro da Broadway. Muito teatral.
Stephen Harvey: A câmara era uma Hasselblad de manivela. Não era accionada por motor, assim, cada vez que eu disparava, tinha que parar e dar à manivela para a foto seguinte. Era uma loucura. 
Mike Salisbury: Eu disse a Michael, 'Arregace as calças, e coloque as mãos nos bolsos! Agora puxe as suas calças, como Gene Kelly faz! Então podemos ver as meias!'

Mike Salisbury, criador da imagem de Michael Jackson para a capa de "Off the Wall."

Stephen Harvey: Foram dois rolos de filme, 12 exposições em cada um. Eu usei um flash portátil em Michael, um Norman 200B. Ainda assim eu não conseguia ver muito bem. Isso foi antes do autofoco, então alguém estava segurando uma lanterna [sobre mim], assim eu poderia incidir nele. 
Mike Salisbury: Depois eu disse, 'Dê-me um gesto, como aquele David no hall de entrada em sua casa. Agora sorria!' Tudo isso demorou talvez cinco minutos.

Stephen Harvey: Então fomos rever o filme, e a primeira coisa que eu percebi é que eu cortei o topo do seu afro. E eu, 'Oh, meu Deus! Não posso dar isso a [Salisbury]. Então eu tinha a minha estilista a levar o filme de mim para Mike. Mais tarde, ela disse-me que ele perguntou: 'Como é que cortaram o topo da sua cabeça?' E a minha estilista respondeu: 'Oh, essa é apenas uma das técnicas de Stephen. Quando se faz isso, vai-se directamente para os olhos dele!' E essa foi a foto que acabou sendo a capa!

Mike Salisbury: Eu estava apresentando Michael como uma pessoa importante, como você veria Frank Sinatra num smoking em Las Vegas. Ele era esse menino saindo debaixo da alçada do seu pai, então o smoking era uma metáfora para a maturidade.

Stephen Harvey: As pessoas ainda falam sobre essa capa. Estou tão feliz por ter conseguido essa sessão fotográfica em vez de fazer a de Randy Newman. Foi um golpe de sorte.
Mike Salisbury: Um sujeito que ensinou na Universidade de Harvard, entrevistou-me uma vez, e disse que Off the Wall foi a coisa número 1 que eu fiz na minha carreira. Acho que aceito as palavras dele.

Stephen Harvey: Mesmo que eu não tivesse fotografado isto, Off the Wall ainda seria a minha capa favorita dos álbuns de Michael Jackson. Essa capa - é a sua personalidade! É seu o elemento, seus movimentos. Quero dizer, é ele! Aquele é Michael Jackson!


Fonte: The Undefeated.com
Tradução: Espaço Michael Jackson

08/02/2017

Liberian Girl - Michael Jackson


"Liberian Girl" escrita e composta por Michael Jackson, produzida por Michael e Quincy Jones.

Acredita-se que "Liberian Girl" foi originada de outra canção que Michael escreveu, intitulada "Pyramid Girl" para o álbum Victory dos Jacksons. Escrita por volta de 1983, foi reintitulada e gravada para o seu álbum Bad, lançado em Setembro de 1987.

Michael teve a primeira ideia para "Liberian Girl" , ao jogar bilhar em casa.

"Eu escrevi isso na minha casa, num jogo, acho que eu estava a jogar pinball ou algo assim, e a música simplesmente surgiu na minha cabeça. E... corri para cima e gravei. E... tornou-se Liberian Girl."

O vídeo promocional, dirigido por Jim Yukich, contou com uma série de estrelas incluindo o chimpanzé de Michael, Bubbles. As filmagens de Liberian Girl ocorreram em Abril de1989 e estreou na MTV em Julho o mesmo ano.

Michael dedicou o vídeo promocional a Elizabeth Taylor.





Texto extraido do livro "Michael Jackson the Maestro" por Chris Cadman
Tradução: Espaço Michael Jackson



04/01/2017

As meias de Michael Jackson em "We Are The World"



No vídeo We Are The World, na parte de Michael Jackson, a filmagem começa nos seus pés.
Michael brincou dizendo, "As pessoas saberão que sou eu assim que vejam as meias. Tente filmar as meias de Bruce Springsteen e ver se alguém sabe a quem elas pertencem". 😀





10/12/2016

Michael Jackson foto rara



Foto rara, publicada por Tom Woodruff Jr no seu instagram, com a legenda:

"Uma das poucas fotos que MJ me permitiu tirar quando trabalhávamos no vídeo 'You Are Not Alone' - flecha e asa efeitos especiais."


08/10/2016

Michael Jackson - Anúncio publicitário Dr. Pepper


“Be a Pepper” cantada por Michael, uma versão da canção "Blame It On The Boogie" do álbum Destiny lançado em 1978, usada para a campanha publicitária da bebida Dr. Pepper.

Dr Pepper foi a primeira bebida de cola a ser vendida no mercado dos EUA em 1885.
Originalmente, era uma bebida artesanal feita por um funcionário de uma farmácia no Texas, que recebeu apoio do seu patrão para a produzir e divulgar.

A bebida Dr. Pepper foi colocada à venda um ano antes da Coca-Cola. Esta bebida, parte da herança americana é pouco conhecida e distribuída no velho continente em favor de marcas como Coca-Cola ou Pepsi.



Be a Pepper - Letra

I drink Doctor Pepper and I’m proud
I used to feel alone in a crowd
But now you look around these days
That seems to be a Doctor Pepper craze
I’m a Pepper in the sunshine
I’m a Pepper in the moonlight
I’m a Pepper in the good times
Doctor Pepper
Sunshine
I’m a Pepper
Moonlight
You’re a Pepper
Good times
Drink Doctor Pepper
Everywhere you go are Peppers
Lots of folks you know are Peppers
Wouldn’t you like to be a Pepper too
I’m a Pepper
He’s a Pepper
And if you drink Doctor Pepper
You will find that you’re a Pepper too
Drink Doctor Pepper
Drink Doctor Pepper
Be a Pepper
Drink Doctor Pepper




Adaptado de: psiqueland.wordpress.com


09/08/2016

Michael Jackson & 3T




 Um dos meus melhores dias de sempre, foi filmando o nosso vídeo Why com o nosso tio Michael. Tantas vezes nós fomos espectadores, mas desta vez éramos participantes. E nós nos divertimos.

O seu amor e desejo de ajudar a moldar-nos em homens fortes e bem sucedidos, era tão real. A sua paixão e empenho para nos ajudar a alcançar os nossos objectivos foi de uma grande entrega. Algumas das muitas razões pelas quais ele é o melhor tio de sempre.

-TJ Jackson


Fonte: UK loves MJ
Tradução: Espaço Michael Jackson


Para saber mais sobre a colaboração de Michael na canção Why clique aqui



20/06/2016

Michael Jackson em vocais de fundo para Donna Summer


Em 1982 Donna Summer gravou uma versão da canção “State of Independence”. O coro ficou a cargo de Michael Jackson, Lionel Richie, Stevie Wonder, Brenda Russell, James Ingram, Dionne Warwick e Kenny Loggins, entre outros.

Assista ao vídeo das cenas de bastidores da gravação da canção "State of Independence", onde Michael Jackson contribuiu com vocais de apoio.


Donna Summer "State of Independence"





19/05/2016

Quarto de Hotel onde foi filmado vídeo de Say Say Say


Quarto no "1880 Union Hotel", em Los Alamos no Condado de Santa Bárbara, onde Michael Jackson e Paul McCartney filmaram uma parte do vídeo da música "Say Say Say".




"Say Say Say", um dueto entre Paul McCartney e Michael Jackson, lançada em 1983 no álbum "Pipes of Peace" de Paul McCartney.

No vídeo de música, Paul McCartney e Michael Jackson desempenham "Mac e Jack", dois vigaristas que vendem uma "poção milagrosa". Paul oferece a Michael a poção, garantindo-lhe que lhe dará a força de um touro bravo. Michael bebe a poção e desafia um homem forte para um braço de ferro.

A multidão assiste, sem saber que o homem, juntamente com Linda, também estão dentro do esquema. Após Michael ganhar a falsa competição, as pessoas apressam-se a comprar a poção. Depois, Mac e Jack, dirigem-se ao orfanato, onde doam todo o dinheiro ganho com o golpe.

Ao passarem diante de um hotel veem na porta uma placa onde diz, "New acts wanted" [Procura-se novos actos], de imediato trocam a placa do camião para "Mac and Jack Vaudville show" [Mac e Jack espectáculos de variedades]

Depois de se instalarem no hotel [1880 Union Hotel], Paul e Michael protagonizam um espectáculos de variedades, cantando e dançando. No palco, aparecem vestidos de palhaço e rapidamente passam por uma série de mudanças de roupa. Michael flerta com uma jovem mulher [La Toya, sua irmã na vida real]. Quando os agentes da polícia aparecem no local, Mac rapidamente dá origem a um pequeno incêndio no palco e Linda grita "fogo!", permitindo assim, que eles escapem através dos bastidores.




unionhotelvictmansion.com



12/05/2016

A música do rancho Neverland


Quando Michael Jackson criou Neverland, tudo foi pensado em cada detalhe, nada foi deixado ao acaso: uma entrada majestosa, estátuas em vários cantos do relvado e calçadas, um parque de diversões à imagem da Disneyland, um cinema e um jardim zoológico.

Como um artista, Michael naturalmente, integrou música de acordo com as diferentes partes do rancho.

Assim, de acordo com Brad Sundberg, engenheiro de som que trabalhou durante muitos anos para Michael, que criou todo o sistema de som em Neverland e agora viaja pelo mundo com os seus seminários onde ele evoca as suas lembranças com a estrela, "quando andamos através das diferentes secções de um parque da Disney, percebemos que a música e os sons mudam para reflectir o ambiente do lugar. Nós fizemos a mesma coisa em Neverland, utilizando a música e efeitos sonoros para os convidados estarem no clima. Nós tínhamos até música e efeitos diferentes dependendo se era dia ou noite ".

Brad Sundberg diz que havia uma regra inviolável em Neverland : "Michael não permitia que a sua própria música fosse tocada, apesar dos meus protestos. Mas ele era o chefe, então o seu voto era mais forte do que o meu".

No seu seminário em Paris em 2013, Brad Sundberg disse que quando ele estava encarregado de definir a música dos portões principais de Neverland, The Ornate Gates - Michael queria que sempre que estes portões se abrissem, uma música ressoasse - ele preparou um CD com as melhores músicas de Michael, Beat it, Billie Jean, ... depois de ouvir, Michael ia adorar dançar isso......... Mas detestou. Ele disse, "isso não é possível, eu não posso ter minha própria música em casa." Portanto, Brad anulou o CD. Michael finalmente escolheu Danny Boy, um canto pelo tenor irlandês, Michael Londraum, para a entrada do seu rancho.



Michael escolheu pessoalmente cada canção, cada música para o seu rancho. Ele ouvia as ideias de Brad, e muitas vezes estava de acordo com ele ... excepto quando ele lhe sugeria algumas das suas canções.

Os espaços (à volta do lago, casa principal, casas de hóspedes, etc.) tinham uma playlist personalizada de clássicos e Disney, favoritos. No parque de diversões ele seleccionou músicas de Janet, Yes, e Joe Satriani. Mesmo algumas de Van Halen e Led Zeppelin foram seleccionadas em certos carrosséis. Na área dos cavalos e do jardim zoológico, por trás do parque de diversões, fomos mais para a música tradicional de cowboy. Os comboios também tocavam música, principalmente clássica.

Brad Sundberg trabalhando no comboio "Katherine"

Brad Sundberg também disse que Michael tinha instalado casas de passarinhos em algumas árvores no rancho.


"Michael amava o canto dos pássaros, mas não havia muitas aves que cantem, na área de Los Olivos. Ele pediu-me para eu conseguir uma maneira de obter este tipo de atmosfera. Nós viemos com um CD personalizado de cantos de aves (obrigado Matt Forger) e nós projectamos casas de passarinhos à prova d'água, para esconder os alto-falantes. Eles foram colocados em todos os lugares, com o leitor de CD e os amplificadores necessários. Era tão realista que os convidados do rancho estavam constantemente a tentar ver os pássaros".


Músicas tocadas no Rancho Neverland 

Foto da playlist "Neverland Coleção Vol II"


Clique no link, para ouvir as músicas e sinta a atmosfera de Neverland!
Youtube - Playlist Neverland Collection - Vol II



Fontes: inthestudiowithmj.com /mjjcommunity.com /onmjfootsteps.com
Tradução e adaptação: Espaço Michael Jackson


12/04/2016

A história da canção “Behind The Mask”


"Behind The Mask", originalmente uma faixa instrumental de música electrónica, da banda japonesa Yellow Magic Orchestra, da autoria do membro Ryuichi Sakamoto, produzida em 1978 para um comercial de um relógio da Seiko.

Mais tarde, em 1979 foi lançada como parte do álbum “Solid State Survivor” da Yellow Magic Orchestra, com letra em Inglês adicionada por Chris Mosdell .

Numa viagem ao Japão, Quincy Jones ouviu a canção e mostrou a Michael, pensando que iria encaixar no álbum que eles estavam produzindo. Depois de ouvir "Behind The Mask", Michael concordou e contactou o grupo para pedir permissão para adicionar letra e música na faixa, transformando a música de um techno clássico numa banda sonora dance-funk.

Chris Mosdell diz que escreveu a letra de "Behind the Mask", baseado no imaginário de uma máscara tradicional japonesa de Noh, combinado com o poema "The Mask", do poeta irlandês W.B. Yeats. Falava sobre algo muito impessoal, sociedade controlada socialmente, um futuro da era da tecnológica e a máscara representava essa imobilidade de estado emotivo. “Quando Michael Jackson pegou nela, fez dela uma canção de amor, de certa forma, sobre uma mulher", disse Mosdell. "Foi uma premissa completamente diferente para mim, mas hei, é Michael Jackson. Deixei que ele o fizesse", disse ele.

Originalmente concebida para o álbum Thriller, teria sido deixada de fora por causa de uma disputa de direitos de autor.

Chris Mosdell concordou em dividir igualmente a parte dos direitos de autor com Michael e Sakamoto. Mas isso aparentemente não se coadunava com a gestão da Yellow Magic Orchestra. Devido ao desacordo, a canção foi retirada do álbum 'Thriller'".


A versão de Michael Jackson actualizada, foi finalmente lançado em 2010 no álbum póstumo “Michael”. Desta vez, o equívoco dos direitos de autor correu bem.




A versão de Michael foi também gravada e por vários artistas, incluindo Greg Phillinganes, Eric Clapton , e Ryuichi Sakamoto (como artista a solo), entre outros.

Após o desmembramento da Yellow Magic Orchestra, em 1983, o ex-teclista da banda e autor da música, Ryuichi Sakamoto, regravou em 1987 com letras adicionais de Michael Jackson e os vocais de Bernard Fowler


Greg Phillinganes, teclista e director musical de Michael, gravou em 1985 no álbum Pulse.  

Eric Clapton gravou em 1986 no seu álbum de estúdio August, lançada como single em 1987.

Fontes de Pesquisa: america.pink / books. google.pt / You Tube
Tradução: Espaço Michael Jackson



04/04/2016

Max, o cão de Bruce Swedien recusou fazer parte de Thriller...


-Por Bruce Swedien

Para mim, a peça central do álbum é a canção Thriller. Eu amo mais Thriller, porque há mais da minha imaginação no seu campo de som do que em qualquer outra canção que eu alguma vez gravei. Thriller é um estudo definido de contrastes e camadas. No entanto, há uma grande pureza do som nesta gravação. Eu usei uma bobina inteira de 24 de faixas apenas para construir a introdução assustadora.

Introdução de Thriller - Eu tinha um cão de grande porte, cujo nome era Max. Era um Dogue Alemão. Muito grande - cerca de 90 quilos! Tentei durante vários dias para conseguir que Max fizesse os uivos de lobo que queríamos para a introdução em Thriller. Na verdade eu queria ter a voz de Max na introdução. No entanto, Max não queria ser o "lobo" na introdução de Thriller. Nós subornamos Max com hambúrgueres, nós pusemo-lo fora do celeiro para ouvir os coiotes à noite, mas Max não estava interessado em fazer parte de Thriller. Por fim, tivemos de ter Michael a fazer os uivos de lobo.

Michael e Max

Michael, Bubbles e Max

Johann Maximilian, também conhecido como Max



Extraído do livro "Make Mine Music", escrito pelo engenheiro de som Bruce Swedien - 2004

Fonte: Books.google.pt
Tradução e transcrição: Espaço Michael Jackson

20/03/2016

Michael Jackson 'Ghosts' cenas dos bastidores






















Em 1996, com a campanha para promover seu álbum HIStory em pleno andamento, Michael Jackson decidiu fazer um vídeo da música que ele e o romancista de terror, Stephen King tinham sonhado alguns anos antes, em 1993. Procurando acompanhar o sucesso de sua obra-prima de 1983, 'Thriller', magistralmente dirigido por John Landis, Michael originalmente planeou um pequeno vídeo de música para a canção, "Is It Scary", que foi originalmente escrita, mas não utilizada, para o filme de 1993, Addams Family Values . Quando Michael ampliou a faixa e o conceito, o projecto tornou-se por um tempo, o mais longo vídeo de música já criado, um curta metragem cronometrado em 39 minutos e 32 segundos e renomeado, de "Michael Jackson 'Ghosts'".

Assista a quatro minutos da versão em vídeo de 'Ghosts' aqui:



STAN WINSTON COMO DIRECTOR

Originalmente, o escritor/diretor Mick Garris (Stephen King "The Stand", Hocus Pocus, Critters 2) foi escalado para escrever e dirigir o curta-metragem, mas em 1996, quando Michael Jackson estava finalmente preparado para começar 'Ghosts', Garris estava comprometido com outro projecto, uma mini-série de três partes baseada no 'Iluminado' de King  . Garris recomendou o assistente de efeitos Stan Winston (Filme Pumpkinhead) , para assumir as rédeas. Michael Jackson ligou a Stan pessoalmente para perguntar se ele poderia considerar dirigir o filme. Stan concordou apenas com uma condição: que Michael iria fazer todos os papéis principais. 

"Eu queria que Michael fizesse o sujeito da casa assombrada", disse Winston ", mas também o Presidente da Câmara da cidade, e um demónio que entra num determinado momento. Michael queria muito ser aceite como um actor, como algo mais do que o Rei da Pop. Mas era muito difícil para as pessoas superar a personalidade de Michael, eu pensei que a única maneira de ele ser aceite como um verdadeiro actor era se ele interpretasse todas essas partes, disfarçado com maquiagem, de modo que ninguém soubesse que era ele até ao fim. E ele foi muito agradável a essa ideia."


Na foto acima: MJ com a sua família Fantasma no set. Stan Winston trabalhou de perto com o Director de fotografia Russell Carpenter para fazer de 'Ghosts' um espectáculo de luz e efeitos mágicos.

Michael fez o papel de todos os cinco personagens principais, incluindo, O Presidente da Câmara, o Maestro, O Esqueleto, O Super Ghoul, e O Presidente da Câmara Ghoul. As filmagens ocorreram durante mais de seis semanas de intensa produção. Apesar de 'Ghosts' originalmente ser suposto ter 12-15 minutos de duração, o tempo de execução final de cerca de 40 minutos, aterrou o filme no Guinness Book of World Records 2002, como o vídeo de música mais longo na história, um recorde que detinha até 2013, quando Pharrell Williams lançou seu vídeo de música de 24 horas para 'Happy '.



NOS BASTIDORES DE GHOSTS

Como diretor, Stan Winston optou por implementar muitos e variados efeitos especiais. Winston incluiu uma série de efeitos visuais nunca antes vistos, que foram criados pela  recém-formada divisão de gráficos de computador de Stan Winston Studio, a Stan Winston Digital. Esta divisão logo se tornaria o início da empresa Digital Domain - por meio de uma parceria entre Winston, James Cameron e Scott Ross da ILM.


Na foto acima: Michael Jackson maquiado como Presidente da Câmara, ao lado de Stan Winston.


O filme conta a história de um Maestro estranho e misterioso que é atacado por alguns moradores irritados, que o perseguem por ser diferente e estranho. A mudança mais significativa no roteiro de Winston ao roteiro original de Mick Garris, teve a introdução do Presidente da Câmara, que lidera o povo da cidade contra o Maestro. O confronto ocorre na mansão do Maestro, onde o Maestro evoca uma família de fantasmas dançarinos, incluindo um esqueleto que dança como só Michael Jackson pode dançar. 


Na foto acima: O processo de maquiagem para o Presidente da Câmara. próteses de espuma de borracha foram aplicadas, transformando o MJ num homem branco de 50 anos de idade.



Na foto acima: MJ maquiado como Presidente da Câmara. Às peças de espuma foram dadas uma coloração preliminar, depois, foram pintadas à mão após a aplicação. 


ALONGAMENTO DO ROSTO

As transformações de Michael Jackson incluiam uma cena em que o Maestro estica a pele do rosto. Paul Mejias fez um molde de barro da cabeça de Michael de uma impressão life-cast. Esta escultura serviu a dois propósitos: o primeiro foi utilizado para moldar a pele que Michael puxa, revelando o crânio por baixo; Em segundo lugar, o molde serviu como uma forma de esculpir o crânio de Michael como o Esqueleto.

Na foto acima: Conceito de arte para alongamento de rosto do MJ por Miles Teves.


O crânio de Paul Mejias foi usado como o modelo de referência digital para dança do esqueleto de Michael. Numa das primeiras instâncias das primeiras técnicas de captura de movimento, colocando marcadores no corpo de Michael, seu desempenho capturado foi capaz de dirigir os movimentos do personagem digital que mais tarde se transforma no Super Ghoul.


Na foto acima: À esquerda: Paul Mejias esculpe o crânio feito para caber dentro de uma carcaça de silicone da pele de Michael Jackson. À direita: moldes de cera muito frágil dos crânios feitos para quebrar facilmente quando atingido.


OS GHOULS (Fantasmas)

Mais tarde no vídeo, Michael aparece como o Super Ghoul e entra no corpo do Presidente da Câmara para o transformar em Presidente Ghoul. O filme termina com o Maestro assustando o Presidente para fora da mansão enquanto ele vence sobre o povo da cidade.


Na foto acima: Michael Jackson com maquiagem do Super Ghoul .



Na foto acima: Stan Winston e MJ, na maquiagem macabra, revendo um take no monitor de vídeo.



Na foto acima: Com base em desenhos de Mike Smithson, uma equipe de artistas de Stan Winston esculpiu as expressões da cabeças do Presidente da Câmara.




Na foto acima: Michael Jackson irreconhecível como o malvado Presidente da Câmara Ghoul.


FAMÍLIA DE FANTASMAS

SWSCA artista/insructor, Bruce Spaulding Fuller desenhou a maquiagem dos bailarinos medonhos . Cada bailarino tem uma personalidade distinta e cada dançarino tem características específicas e individuais para a sua maquiagem e figurino.


Na foto acima: Um dos dançarinos na maquiagem e fantasia final.



Na foto acima: Dançarina na maquiagem e fantasia final.



Na foto acima: Outra dançarina fantasmagórica na maquiagem e fantasia final.


No vídeo, dançarinos fantasmagóricos aparecem em primeiro lugar na forma de ectoplasma, depois eles tomam forma sólida. Esses fantasmas corporais andam e pulam nas paredes, giram em colunas, e dançam em tectos. Os efeitos foram alcançados usando uma combinação de composição digital, algum realce CGI (imagens geradas por computador) e muitos truques de câmara.


Na foto acima: Ursula Ward toca o pedaço de cabelo num boneco medonho para uma filmagem em tela verde.



Na foto acima: Um dançarino girando numa caixa verde. O elemento do bailarino foi digitalmente composto nas paredes, piso e tecto da mansão.

Paralelos entre o enredo do filme e os rumores que então circulam sobre a vida privada de Michael Jackson, levou  'Ghosts' a receber apenas uma versão muito limitada. Michael Jackson 'Ghosts' estreou no final de 1996 e foi lançado junto com o filme de terror de Stephen King, Thinner . 'Ghosts' foi exibido no Festival de Cannes de 1997, e ganhou o prémio Bob Fosse para "Melhor Coreografia num vídeo da música."

Houve acusações sobre o comportamento impróprio de MJ com crianças - acusações mais graves do que apenas ser "diferente" ou "estranho". Essas acusações seguiram Jackson durante os doze anos seguintes, até à sua morte prematura aos 50 anos de uma overdose de medicamentos. Mas, Stan Winston, entrevistado na época, disse: "Continuo orgulhoso da maneira como 'Ghosts' terminou. E eu realmente gostei de fazer o filme com Michael. Ele era um profissional completo durante todo o processo - o artista consumado ".


Na foto acima: MJ, disfarçado com maquiagem, sentado ao lado de Stan Winston e do elenco de dançarinos fantasmas no set de 'Ghosts'.


'Ghosts' foi último projeto de Stan Winston como diretor. Ele passou a ter um papel mais activo na produção de filmes como produtor. Como ele disse, "Produzir permite-me desenvolver projectos, ser parte do processo criativo de fazer filmes, mas de uma forma que não consome todo o tempo. Eu chamo a produzir, 'dirigir - sem a responsabilidade.' E eu gosto desse jeito."


Fonte/Source: Stan Winston School.com
Tradução: Espaço Michael Jackson


25/02/2016

Batimento cardíaco de Michael Jackson em Smooth Criminal



Já sabemos que Michael colocou o seu coração em tudo aquilo que fez, mas em "Smooth Criminal" temos a prova viva disso...

No inicio de Smooth Criminal foi introduzido o batimento cardíaco de Michael Jackson, recolhido pelo Dr. Eric Chevlen e processado digitalmente no sintetizador, conforme consta no folheto do álbum em vinil, Bad.

Dr.Eric Chevlan gravando os batimentos cardíacos de Michael Jackson para a introdução de Smooth Criminal.


Folheto do álbum Bad







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