Michael e Lisa Marie divorciaram-se em 1996, mas mesmo depois de divorciados permaneceram em contacto.
Em 7 de Fevereiro de 1998, Michael foi jantar com Lisa no Ivy em Los Angeles. Ele tinha-lhe telefonado e disse que a queria levar a sair para comemorar o trigésimo aniversário dela, que tinha sido cerca de uma semana antes.
Chegaram ao restaurante de mãos dadas. Michael tinha um chapéu preto e uma máscara cirúrgica, Lisa vestia um vestido azul e uma gargantilha de ouro.
Como não tinham feito reserva, o gerente levou-os para o seu gabinete e serviu-lhes bebidas enquanto esperavam por uma mesa num canto sossegado. Quando se sentaram, Lisa comeu um prato de vegetais cozinhados ao vapor, Michael comeu rissóis de caranguejo e galinha frita. Como sobremesa partilharam uma fatia de bolo, decorada com uma única vela, que Lisa apagou.
Depois de jantar passearam pela Robertson Boulevard em Beverly Hills, vendo as vitrines perante o olhar observador dos paparazzi.
A certo ponto Michael deu-lhe um beijo
na cabeça e pôs dois dedos debaixo do queixo dela, levantando-lhe a cabeça para
olhar nos olhos dela. Pôs os braços à volta dela, envolvendo-a e deram um beijo
através da mascara de seda.
Michael e Lisa Marie compartilhando um momento íntimo fora do restaurante Ivy
Um paparazzo reteve aquele momento ternurento, tendo aparecido as fotografias num tabloide cinco dias depois.
Mais tarde deram um longo passeio pela praia em Santa Monica e conversaram até tarde.
“Eu amo-a” disse Michael no dia seguinte a um dos seus colaboradores, “mais do que tudo, eu ainda amo a Lisa. Temos uma ligação tão forte.” Os olhos dele ficaram cheios de lágrimas.
Eu não posso responder se gosto ou não de ser famoso, mas eu amo atingir metas. Eu amo não só alcançar uma marca que eu estabeleci para mim mesmo, mas excedê-la. Fazendo mais do que eu pensei que pudesse, é uma sensação óptima. Não há nada como isto: Eu acho que é muitro importante definir metas para si mesmo. Isso dá-te uma ideia de onde queres ir e como queres chegar lá. Se não apontas para alguma coisa, nunca vais saber se poderias ter atingido os objectivos.
Se Michael fosse uma cor, ele não seria uma cor, mas todas as cores. Ele representou muito para mim. Nós crescemos muito unidos e eu me lembro apenas de bons momentos. Nós crescemos muito, muito unidos.
Houve momentos em que ele foi meu professor. Houve momentos em que ele era o meu melhor amigo. Houve momentos em que ele era meu irmão. Houve momentos em que ele era como um produtor ou um parceiro na escrita. Sentávamos e criávamos músicas juntos apenas por diversão, divertíamo-nos fazendo pequenas melodias tolas que nunca se esquece através da vida.
Eu lembro-me que quando crianças, meu irmão Randy, Mike e eu, tínhamos muitas tarefas em casa. Depois do jantar tínhamos que limpar a cozinha, então, cada um tinha uma tarefa, eu ia lavar a louça, Mike ia varrer o chão, Randy limpava toda a parte superior e era aí que nós criávamos música. Criávamos uma canção, a melodia. Nós criávamos letras. Fazíamos três partes de harmonia. Por isso, era divertido. Nós tornávamos isso divertido. Nós não tivemos nada além de bons momentos.
Vazlav Juza era o chef da propriedade Trump Mar-A-Lago, em Palm Beach , quando Michael e Lisa Marie desfrutaram lá da sua lua de mel em 1994. O Sr. Juza lembra que Michael Jackson era um querido amigo de Donald Trump e que não foi nenhuma surpresa que os recém-casados escolhessem passar a sua lua de mel de 6 dias na propriedade.
"O Sr. Jackson era fácil de contentar, ele não pediu nada em particular, a única coisa que eu tinha que ter atenção é que ele era alérgico a alho. Eu gostei muito dele”.
“Ele era muito agradável, um homem com os pés no chão não era diferente de qualquer outra pessoa. Ele era um verdadeiro brincalhão. Tinha um aperto de mão firme, não como um “peixe morto”.
O Sr. Juza também recorda que Michael e Lisa tinham a firme intenção de ficar juntos para sempre. O casamento não era algo falso como foi especulado.
“A maior honra para mim foi em Setembro de 1996 em Praga quando me encontrei com Michael nos bastidores do concerto com a sua multidão de guarda-costas. Quando Michael deixou o estádio virou-se, agitado e disse 'Obrigado, Billy. Obrigado por ter vindo'".
O Sr. Juza agora está aposentado e divide o seu tempo entre a República Checa e a Flórida
A Kenny Ortega, durante uma entrevista à Time Entertainment, depois de dirigir as filmagens do concerto TII, foi-lhe perguntado por um momento em que ele gostaria de ter filmado
P: Qual foi o momento que testemunhou durante a preparação do concerto que desejou ter filmado?
Kenny Ortega: Eu não sei se queriam isto no filme, mas é algo que vai ficar na minha cabeça para o resto da minha vida. Eu estava no seu camarim uma noite, a ver algumas trabalhos de arte, e Michael estava atrás de mim dizendo o meu nome, a princípio baixinho: "Kenny, Kenny".
Eu disse: "O que estás a fazer?" Ele disse: "Estou a dizer o teu nome. Estou a dizer certo?"
Michael era de Indiana, e a maneira como ele dizia o meu nome não era bem como qualquer outra pessoa. Eu acho que a razão pela qual ele questionou isso, era porque eu sorria sempre que ele o dizia.
Eu disse: "Claro que estás a dizer o meu nome direito. Adoro a maneira como o dizes. Quando dizes o meu nome, isso faz-me sorrir." E ele disse: "Bom - quando eu digo Kenny, significa "amigo".
Desde Sammy Davis Jr. que o mundo não via uma criança artista, com um controlo tão inato de si próprio em palco como Michael Jackson. Tanto como cantor como dançarino, o jovem Michael tinha uma presença simplesmente excepcional. Depois de ser ouvido a cantar o doloroso blues “Who’s Loving You” o que se perguntavam os trabalhadores da Motown era, “onde é que o miúdo aprendeu uma emoção destas?” A resposta é que ele não teve de aprender, parecia estar ali ao seu dispor.
Os produtores sempre ficaram pasmados como Michael, entre as sessões de gravação, fazia jogos para pré-adolescentes como cartas e às escondidas, e depois punha-se atrás do microfone e cantava uma canção com uma agilidade emocional e a presença de uma alma antiga que já teve a sua conta de desgostos.
Igualmente incrível era o fato de, para além de ouvir as gravações de demonstração das canções executadas por um cantor para lhe dar indicação da melodia principal, e da constante supervisão de Deke Richards da sua dicção, Michael era mais ou menos deixado à sua sorte no estúdio . Quando lhe diziam para soar como um pobre rejeitado, ninguém no estúdio esperava realmente que ele o fizesse, que entendesse a emoção envolvida no desgosto amoroso. Como poderia? Afinal, ele tinha onze anos.
“Digo com toda a honestidade, eu nunca sabia o que estava a fazer nos primeiros tempos” confessou Michael “Eu apenas fazia. Nunca sabia mesmo como devia cantar. Eu não conseguia controlar. Vinha por si. Não sei de onde isso veio… apenas vinha. Metade das vezes, nem sabia acerca de que é que estava a cantar, mas senti na mesma a emoção subjacente”.
Em 14 de Maio 1984, numa cerimónia realizada na Casa Branca, Michael recebe o Prémio Presidencial Humanitário, das mãos do falecido presidente Ronald Reagan, pelos seus esforços humanitários e reconhecimento pela sua contribuição para a promoção da campanha nacional de prevenção do consumo de álcool dos adolescentes, durante a condução.
Michael autorizou que a sua canção "Beat It", fosse usada na campanha.
A inscrição na placa diz:
"Para Michael Jackson com apreço pelo excelente exemplo que definiu para a juventude da América. Suas conquistas e recordes históricos e sua preeminência na música popular são um tributo à sua criatividade, dedicação e grande habilidade. A contribuição generosa do seu tempo e talento para a National Campaign Against Teenage Drunk Driving*, vai ajudar milhões de jovens americanos a aprender que beber e conduzir pode matar uma amizade".
* Campanha Nacional Contra condução sob efeito do álcool nos adolescentes
Vi Michael Jackson pela primeira vez em Duisburg, no palco do 'Wetten Dass'. A sua música só me interessava ligeiramente, por isso eu estava bastante calmo enquanto estava ao lado da rampa de elevação em que era suposto Jackson cantar 'Earth Song'.
Mas isso mudou dentro dos oito minutos seguintes. Senti Jackson antes de o ver. Você sente essa presença/aura dentro de um ser humano apenas algumas vezes na vida.
A sua música atingiu-me como um martelo, a sua voz atingiu-me como luz. O homem é uma experiência carnal, tal como a dor ou a alegria imensa.
Christian
Marks - Autor do livro “Michael Jackson King of Pop” (Biografia autorizada)
Acho que vamos descobrir neste próximo século que há algo realmente mágico sobre o riso. Sempre que me sinto deprimido e desanimado, forço-me a rir e tento pensar em algo engraçado e sinto-me melhor. Eu acho que algum tipo de reação química ocorre na alma.
Eu realmente sinto-me melhor e forço-me a sorrir. Acho que apenas sorrindo, os músculos fazem algo e eu me sinto muito melhor.
Michael Jackson no livro "Honoring the Child Spirit"
Em 6 de Junho de 1990, produtor e músico Teddy Riley era suposto estar na festa de aniversário do seu amigo e companheiro de banda, em vez disso, passou a noite no Soundworks Studio na 23rd Avenue in Queens, a trabalhar tópicos para ninguém menos que o Rei do Pop, Michael Jackson.
"Eu disse (ao grupo) que tinha muito trabalho a fazer", lembra Riley. "Michael era a minha prioridade. Eu ia para a Califórnia para me encontrar com ele em breve, e ele queria que eu levasse o meu melhor trabalho."
Foi uma decisão fortuita.
Mais tarde, naquela mesma noite, Riley descobriu que alguém tinha sido baleado na pista de dança na festa que ele tinha dispensado, ele ficou abalado. Com apenas 23 anos, a violência e a morte já se tinham tornado um tema recorrente na sua vida. No mesmo ano, seu meio-irmão e o melhor amigo ambos tinham sido assassinados.
Riley ficou impressionado ao saber o título da faixa de Michael: "Blood on the Dance Floor" [Sangue na pista de dança]
"Ele sabia do que se tratava mesmo antes de eu lhe contar o que aconteceu naquela noite."
O ritmo da canção em que Riley trabalhou naquela noite era agressivo, sinistro, ameaçador. Mas não tinha letra, título ou melodia.
No sábado seguinte, ele estava a caminho do Rancho Neverland para se encontrar com Michael. Riley estava nervoso. Michael já tinha experimentado algumas pessoas para substituir o lendário produtor Quincy Jones, incluindo LA Reid, Babyface e Bryan Loren. Ninguém ficou.
Michael Jackson tinha grandes expectativas para Teddy Riley, cujo estilo New Jack Swing inspirado nas ruas, fundia brilhantemente jazz, gospel, R & B e hip hop. Na verdade, talvez a sua maior conquista foi a criação de uma ponte que liga o R & B e hip hop, uma ponte que Michael estava tentando encontrar desde Bad.
Michael ouviu atentamente as fitas que Riley trouxe e imediatamente gostou do que ouviu. As músicas utilizavam acordes diferentes ao qual ele estava acostumado. Os ritmos eram frescos e inquietos. As batidas abriam com velocidade e atingiam como um martelo.
Entre as várias faixas que Michael ouviu naquele dia, estava a que Riley criou na noite da festa. Michael não tinha ideia do contexto. "Ele não sabia nada sobre isso", lembra Riley. "Eu nunca lhe disse nada sobre isso."
Duas semanas mais tarde, no entanto, Riley disse que ficou impressionado ao saber que Michael escolheu o título para o tema. "Blood on the Dance Floor" Riley ficou arrepiado. "Foi como se ele tivesse profetizado essa canção. Ele sentiu a sua atmosfera ".
Nos meses seguintes, Michael e Riley começaram a trabalhar numa variedade de faixas, às vezes separados, outras vezes juntos no Larrabee Studios em Los Angeles. "Lembro-me que ele voltou com esta melodia, 'Blood on the dance floor, blood on the dance floor." Eu pensei Uau! Ele surgiu com esta letra e harmonias. Então nós começamos a construi-la, camada por camada.
Riley usou uma máquina de ritmos de bateria antiga (a MPC 3000) para as batidas. O tambor é comprimido para que o som salte como uma pequena explosão ("Eu quero-o seco e no teu rosto," costumava dizer Michael). Era um som que é utilizado ao longo de Dangerous. "Ouça ‘Remember the Time’ ", disse Riley. "É muito similar."
Em última análise, porém, "Blood on the Dance Floor" não foi incluída em Dangerous. “Não estava completamente acabado", disse Riley. "Faltavam ainda algumas partes vocais. Michael adorava a música, mas ao ouvi-la, disse: 'Eu gosto do que fizeste aqui, mas ainda precisamos disto aqui. "Ele era um perfeccionista."
Como as sessões de Dangerous continuavam, outras faixas começaram a ter prioridade, incluindo "Remember the Time" e "In The Closet". Michael não voltou a trabalhar em "Blood on the Dance Floor" até quase sete anos depois. Estávamos em Janeiro de 1997. Michael estava no meio de sua HIStory World Tour e decidiu visitar Montreux, na Suíça, durante um intervalo entre a primeira e a segunda parte da turné (segundo informações da imprensa , enquanto ele estava lá, ele também tentou comprar a casa de seu ídolo de longa data, Charlie Chaplin).
Aqui, no Mountain Studio, Michael trabalhou na antiga demo. "Levamos a DAT de Teddy (fita de áudio digital), e trabalhamos nela com uma equipe de quatro pessoas", lembra o músico Brad Buxer. A multi-faixa completa, projetada e misturada pelo engenheiro Mick Guzauski, foi modelada muito semelhante à última versão que Michael e Teddy gravaram.
"Quando a ouvi acabada, desejei ter sido eu a completa-la”, lembra Riley. "Mas Michael sabe o que quer, e estava contente com ela."
Era de certa forma uma incomum música de dança. Como "Billie Jean", o seu tema era sombrio e perturbador (neste caso, uma narrativa sobre ser esfaqueado nas costas, no lugar menos esperado, a pista de dança). Os vocais curtos e ásperos de Michael evocam um sensação de mau agouro, enquanto a tela electro-industrial evoca um ambiente urbano moderno. Ainda assim, a canção não é de todo sombria. A batida partia dos altifalantes como um chicote e o gancho é irresistível.
Michael disse a Teddy que acreditava que a música ia ser um "smash" [um sucesso estrondoso]. "Ele explicou assim: Um hit é uma canção que permanece nas paradas por uma semana ou duas. Um smash é uma música que permanece lá por seis semanas ", disse Riley. "Ele sentiu que 'Blood on the Dance Floor" era um ‘smash’.”
"Blood on the Dance Floor" foi lançado em 21 de Março de 1997. Estranhamente, a canção não foi promovida como single nos Estados Unidos.
Riley disse que Michael não se importou neste caso. "Ele imaginou que as pessoas na América iriam encontrá-lo, se realmente o quisessem. Ele não estava preocupado com isso." No entanto, a nível global, a canção prosperou, alcançando o Top Ten em 15 países e alcançando o número 1 em 3 (incluindo o Reino Unido).
Foi também material para fazer remixes e muitas vezes tocado em clubes e coreografias. Deixado de lado pelos dois grandes álbuns de estúdio de Michael daquela década, "Blood" tornou-se ironicamente, uma das canções com ritmo mais durável dos anos 90.
Quinze anos depois, o que torna a canção única? Perguntei a Riley. "Foi apenas um som direto, agressivo para Michael. Ele sempre buscou algo mais forte. Mas o que é realmente surpreendente é como ele premeditou a energia da canção. Ele sabia do que se tratava, mesmo antes de eu lhe contar o que aconteceu naquela noite. Eu nunca testemunhei nada nem ninguém tão poderoso quanto Michael. "
A canção “Don't Let A Woman (Make A Fool Out Of You)” do álbum Synapse Gap (Mundo Total), lançado em 1982 por Joe “King” Carrasco, conta com a participação de Michael Jackson nos vocais de apoio.
Michael estava também no Studio 55, em 5555 Melrose, a fazer a mistura do álbum "The Jacksons Live!", quando Joe o convidou para cantar os vocais de fundo nessa canção, e Michael concordou prontamente.
Em 1992, durante a turnê Dangerous, Michael Jackson deslocou-se a Valência num viagem secreta apenas para visitar a fábrica de figuras de porcelana Lladró. Desde que era jovem, Michael amava as suas pequenas estátuas. Foi lá que ele encontrou a fada Sininho.
Infelizmente, nos leilões de Neverland, Michael perdeu a estátua.
Na primavera de 2009, Michael tentou obter de novo a figura de porcelana. Telefonou para a Lladró para voltar a comprar algumas estátuas que também tinham sido perdidas nos leilões. Ele recebeu todas elas, menos a Sininho.
Duas semanas depois de ligar de novo para a fábrica a pedir por favor, para lhe enviarem a Sininho, ele faleceu.
No seu livro "The King Of Style - Dressing Michael Jackson" Michael Bush disse:
"O seu personagem favorito da Disney não era de facto Peter Pan, mas a fada Sininho, porque foi aí que a magia começou. Foi o pó mágico da Sininho que fez tudo isso acontecer. Michael simplesmente amava a Sininho e o seu pó mágico."
Michael Jackson visita a fábrica Lladró em Valência
Enquanto da Bad Tour em Tóquio, em 1987, o Sr. Takaya, era o chef num dos hotéis onde Michael ficou hospedado, e ele partilhou a sua experiência de cozinhar para Michael.
Michael comia sempre sozinho no seu quarto. Takaya recebia dos guarda-costas a ordem da refeição, preparava-a e entregava no quarto de Michael. Uma noite, ele entregou a comida para Michael e estava prestes a virar e sair, quando Michael disse: "Não, fique e coma comigo."
O Sr. Takaya ficou confuso, porquê Michael, a maior estrela do planeta, queria comer com ele? Sentou-se e comeu com Michael, partilhando histórias e piadas. De repente, Michael pediu-lhe para ele lhe cantar uma canção.
Você pode imaginar o quão perplexo e nervoso o Sr. Takaya ficou, cantar na frente de Michael Jackson! Então ele decidiu cantar uma canção chamada Akotobo, que é uma antiga canção infantil que significa "libélula vermelha".
A visita deixou uma impressão permanente no Sr. Takaya. Michael também posou para fotos com os outros chefs na cozinha e presenteou e assinou vários itens, incluindo um chapéu e uma colher de pau da cozinha.